Arquivos da Categoria: Vinhos

Puerto de Punta del leste

Assim como em Puerto Madero, Argentina, o porto de Punta del Leste oferece boas opções de restaurantes e bares.

Chegamos lá as 22:00 e ainda não estava cheio. O sol, no verão, cai as 21:00 e as pessoas ficam nas praias até tarde, acho que por isso jantam tarde por aqui.

Escolhemos o Napoleon, o primeiro restaurante da rua, com música MPB (aqui todos os lugares tocam música brasileira), mesas externas e luz de velas. Achamos o mais aconchegante de todos.

De entrada, miniaturas de peixe R$20 (iscas de pescadinhas como as brasileiras)

Prato principal: peixe branco estrela – Brotola paupiette recheado com lagostins, camarão, queijo e alho porró, servido com molho de páprica levemente doce e leve apimentado. Saborosíssimo! R$67

Meu marido estava sem fome e pediu um prato de Vieras gratinadas R$69. Sim. Aquelas conchas do posto Shell. As vieras estavam ótimas mas eram bem pequenas.

Achávamos que os pratos seriam pequenos e por isso pedimos batatas ao molho hongo R$18, como acompanhamento, batatas fritas com molho de cogumelos. Delicioso também, mas que sobrou pois os pratos eram gigantes.

Esse passeio ao porto foi uma escolha excelente.  #Ficadica

:-) Eli

AC/DC engarrafado – Whiplash

A Laithwaites Wine anunciou que comercializará mundialmente o vinho do AC/DC. O vinho que era antes distribuído somente na Austrália passará a ser exportado para a Inglaterra nos próximos meses.

Fonte: Whiplash

Enviado por Edu Rolim do @Minuto HM

 

Vinho em caixa (publicado em O Globo)

Enviado por Edu Rolim, do Minuto HM.

Torço o nariz sempre que ouço falar nesses vinhos em sacos, que são embalados em caixas de papelão do tamanho de um microondas. Além de feio e desengonçados, não cabem na geladeria, pelo menos na minha. Tetrapack então, toc toc toc… é dose. Chile, Argentina e Itália tem aos montes, mas sempre com vinhos menores. Mas o tal bag in box é um degrau acima das embalagens à la Longa Vida. Na verdade,  são muitos degraus acima.

O sommelier Dionísio Chaves me disse que a qualidade de conservação do vinho nesse tipo de embalagem é excepcional. Austrália usa aos montes. É perfeito para pic-nics, hábito comum por lá. Uma amiga, que passou férias Sidney, me contou que passou uma semana bebendo o mesmo vinho em bag in box (bebe pouco a moça).  Segundo ela, perfeito, sem qualquer alteração (ao contrário de uma garrafa, por exemplo, que perde muitissimo de um dia para outro).

Dal Pizzol, Aurora, Miolo já embalam nessas caixas, que são vistas principalmente em restaurantes, em versões de dois,  tres e quatro litros.

Para quem não conhece, aqui vai o visual de uma  bag in box.  Esse é um da Dal Pizzol, aliás, um bom vinho. Ou seja, estão usando “bag” para bons vinhos, o que pode ser um sinal de crescimento dessa embalagem no nosso mercado.

Publicado no Globo

Carino´s Cucina e Forneria

Recentemente conhecemos mais um restaurante, ali perto da Paulista: o Carino´s cucina e forneria.

Um restaurante aconchegante e com decoração que lembra mais pubs ingleses do que uma tratoria.

Eu pedi uma massa verde, recheada com queijo, molho quatro formaggi e polpetone de carne. Achei um pouco pesado e o prato era tão enorme que deixei metade (R$28).

Minha irmã pediu uma massa recheada de queijo, com ragu bolognese e polpetone de carne (R$28). Achei melhor que o meu, mais leve, molho parecido com o caseiro, bem feito.

Minha mãe, amante dos frutos do mar, pediu um Spaghetti ai Calamari (lulas) e Gamberi (camarão) (R$42). Ela chegou sem fome, mas disse que estava tão gostoso o prato dela que acabou comendo tudo.

E meu pai, quando soube que lá tinha T-bone, nem quis mais olhar o cardápio. Foi direto na Bisteca Fiorentina (R$54): T-bone enorme, grelhada, servida com baked potato com manteiga de ervas e salada de tomate e rúcula.

O T-Bone estava bem temperado (mais temperado do que os T-Bones que comemos na Argentina), mas como nossas carnes não são tão macias quanto as de lá, meu pai sofreu um pouco pois embora estivesse macia, a carne estava um pouco dura. Mesmo assim, ele se divertiu.

Pedi um creme brulée de sobremesa (R$9,0). O creme estava bom, mas a casquinha de açúcar estava meio mal queimada. Tinha mais cristais de açúcar do que caramelo queimado (isso pode ser melhorado).

Ah, o atendimento foi ótimo também. Nos trataram com muita educação e muita atenção.

E pelo conjunto da obra, pratos, atendimentos e localização – pretendemos sim voltar lá e indicamos.

Carino´s cucina e tratoria: Al. Santos 1203, Tel.: (11) 2367 3938

:-) Eli

Divine Wine – A caverninha do vinho em SP! Por Luciana Tomac

Todo mundo tem um vício escondidinho, não tem?

Eu e meu marido compartilhamos um que, particularmente, tem que ser controlado para não virar crônico: Vinho. Mas vinho bom!

Estamos sempre procurando novas garrafas, novos sabores, novas uvas..  Na verdade é meu esposo, quem caça como um cão farejador qualquer tipo de novidade. E a novidade do final de semana foi um Wine Bar. Pelo nome a coisa seria bacana. Fomos conferir!

No coração dos Jardins, é um pouco difícil encontrar a porta do bar.

Com um segurança na frente e um manobrista, encontramos o Divine Wine, na Alameda Jaú.

O segurança abriu a porta e perguntou nosso nome. Achei estranho… pra que ele queria saber meu nome se não fez nada com esta informação?

Enfim, entramos na primeira porta, que leva para um hall envidraçado. Depois tem mais uma porta e você chega no bar, recebido por uma escada feita com caixa de vinhos. Uau, que ambiente lindo!!!

As paredes estilosas… com pedras, pintura escura, bancos altos com mesinhas, uma adega no andar superior, pé direito alto e um aparelho de chop.. ops.. um aparelho de vinho. Oi?

Pois é, o grande lance deste bar é a máquina italiana Enomatic.

São algumas garrafas abertas, com um caninho por dentro para que o vinho escolhido saia direto para sua taça.

Olha como funciona: Você compra um cartão magnético e seleciona a quantidade de vinho (25, 75 ou 150 ml). O preço gira em torno de R$20 a R$50. Se não quiser brincar com essa máquina, pode escolher um vinho em taça ou garrafa da carta de vinhos.

Claro que meu esposo adorou a idéia e foi brincar algumas vezes na máquina, provando diversas uvas. Eu fiquei na carta de vinhos, com um Cármenere.

Para matar a fominha, pedimos bruschetta com dois sabores: bacalhau e mix de cogumelos. Delícia!

Depois de um bom papo, provar alguns vinhos e terminar a entradinha, é hora de ir embora jantar em outro lugar. Lá você não vai encontrar um farto cardápio e passar a noite provando os vinhos pode te levar a falência.. Okay, nem tanto, mas vai render alguns bons trocados!

Pessoal, tem mais fotos do Divine Wine, no Google. Acabei tirando só da máquina mesmo.  Para os que ficaram curiosos, vale um clique e uma visita. 

Divine Wine: Alameda Jaú, 1844 C, entre as ruas Bela Cintra e Consolação.

tel. 11 3063 3961 | Abre de terça à domingo das 19h às 1h.

Por Luciana Tomac (sigam: @lutomac)

Autora também do post Restaurante Oliva (clique aqui para ler)

Harmonizando vinhos com legenda

Se você é daqueles que curte vinho, mas não sabe direito como harmonizá-los, eis a solução (claro, se você morar na França ou for para a França).

Nas gôndolas da rede de supermercado Auchan (rede francesa), há legendas de harmonização para cada vinho. Olha só que legal !

A informação é do blog da Simone Terra – Shopper View, do Mundo do Marketing

Vinheria Percussi

 O Vinheria Percussi traz a boa combinação da comida italiana com boas opções de vinhos (afinal é uma vinheria, oras).

 No ano passado visitei o Vinheria, algumas vezes, aos sábados e até então, divulgava o restaurante para todos como: “o lugar que oferece restaurant week o ano todo”.  

Eu sempre saí satisfeita de lá, com aquela sensação de quem fez um ótimo negócio, sabe? Isso porque das vezes que fui jantar pude escolher, dentre as opções que a casa oferecia no dia, uma entrada + prato principal + jantar por menos que R$ 60.

Perfeito, não? Sim ! Até eu voltar este ano e descobrir que essa opção não existe mais.

Foi triste, mas já que estávamos ali, decidimos aproveitar a viagem e jantar por lá mesmo.

 Eu tentei o ossobuco di manzo in umido com riso al salto (R$63), mas não tinham essa opção no dia, então escolhi o risotto al limone e ragú di funghi (R$45), que apesar de estar uma delícia não tinha nenhuma – digo NENHUMA – nota de limão.  (porque fizeram isso comigo? Justo comigo, tão fã de receitas com limão).

 Meu namorado foi de tortelli di vitello al burro e salvia in cartoccio (R$48), uma massa fresca artesanal recheada com carne de vitelo preparada na manteiga e sálvia, em envelope de papel alumínio. O prato era simples, mas  saboroso. A única reclamação vai para o tamanho da porção. Pequeníssima!  (ok. ok. eu sei que lá não é cantina italiana com aquela fartura, mas não precisava parecer restaurante francês também, com essa petit portion, não é?).

 Ou seja, um lugar que poderia ser melhor se voltassem  com aquele cardápio do chef (entrada + principal + sobremesa por preço único).

Vinheria Percussi: Rua Cônego Eugênio Leite, 523, Jardim Paulista, SP, Tel.  11  3088 4920

:-) Eli

Top-10

Fernandinha Lupo não teve dó de mim e me pediu, em comentário ao meu último post, para listar as 10 coisas mais gostosas que já comi. Eu, toda espertona, achei que seria um ótimo tema pro próximo post e me pus a tentar escrevê-lo. Enfrentei uma certa dificuldade para iniciar a lista, mas achei que se tratava da minha lentidão natural para a escrita. Demoro horas pra escrever um post, leio, releio, subo e desço parágrafos, enfim, adoraria bancar as psicografias de Chico Xavier e finalizar 5 minutos estrebuchentos com textos memoráveis, mas não, meus posts levam tempos pra ficarem prontos. E, claro, não saem memoráveis.

Só então me dei conta que minha velocidade média no avanço das linhas estava ainda menor porque elencar o que é mais gostoso entre tudo eu que comi em 25 anos é muito complexo. Tem que pensar bem… não gostaria de ser injusta com uma sobremesa que provei há anos atrás, nem magoar as lembranças que um risoto me deixou…

ÓH, MEU DEUS! POR QUE ACEITEI O DESAFIO DE FERNANDINHA LUPO?!

… – Pausa mexicano-dramática.

Com um pouco de objetividade defini os quesitos para essa seleção: momento de consumo, companhia e experiência proporcionada, e, enfim, listei os 10 resultados, porém não consegui colocá-los em ordem de preferência…

  1. Quitapenas Dourado – Espanha. Os vinhos de Málaga são vinhos fortificados, com altíssimo teor de açúcar, com denominação de origem, ou seja, se não for produzido lá, esquece, não é vinho de Málaga. Sem enochatices, é um licoroso delicioso, com gosto de uva passa. Uma dosinha geladinha, hummm…
  2. Bolo de vinho – Vó Maria. O Bolo de vinho e cerveja preta da minha vó é tradição em todo Natal! Ele vem cheio de nozes, amêndoas, castanhas e um sabor acentuado de especiarias. Claro que a memória afetiva falou mais alto nessa escolha…
  3. Moti caseiro com shoyu e açúcar – Vó Ceci. Esse é a tradição do Ano Novo. Diz minha vó que comer moti faz ficar “kanemoti” (Cy e Eli, escreve assim?!), rico em japa. O bolinho de massa de arroz é grelhado até a massa inchar e estourar e comemos regado em uma mistura de açúcar e shoyu. Gruda no dente e tem gosto esquisito, mas eu amo!
  4. Pastel de Belém – Portugal. Quentinho, recém-assado, o autêntico pastel de Belém… nossa! Salivei só de lembrar.
  5. Pão na chapa – Padoca em Amparo/SP. Pré-balada na padoca, uma galera louca demais e uma fome: “Amigo, me vê um pão na chapa?!”. O melhor da vida! Ainda vou lembrar o nome da manteiga e digo pra vocês. Quem é do interior, me ajuda?!
  6. Pera – Japão. Fruit person como eu, sofri bastante com a falta de abundância do gênero no Japão. A Cy pode confirmar, uma mísera banana sai uma fortuna por lá. A falta é um grande fator pra aumentar vontade, mas a pera que eu comi lá – uma única dividida entre toda a família, caríssimaaaa! – marcou o paladar. Doce, cheirosa, suculenta, saborosíssima.
  7. Bombom recheado com uva – Tia Clara. Bendita Páscoa que minha tia iniciou a produção caseira de bombons. O MELHOR é o de brigadeiro branco recheado com uva Tompson. Eu sei, todo mundo já provou um desse, mas o da minha Tia Clara é motivo de pedidos encarecidos pelo resto do ano.
  8. Bolo gelado – Mãe. Mamãe fazia um bolo gelado, em pedaços embrulhados no papel-alumínio, pra eu levar nos meus aniversários para a turminha da escola. A de vocês também?! Hummm. Pão-de-ló umedecido em mistura de Leite MOÇA com NESCAU, passado no coco ralado e mantido no freezer. Saudade das festinhas…
  9. Bomba de creme – Ofner. Recentemente tive a pior decepção de todos os tempos. Meu mundo caiu, acionei meus advogados: mudaram a cobertura foundant da bomba de creme da Ofner. COMOOO? SEM ME AVISAR?! Eu, a heaviest user do produto, choquei! A bomba de creme era meu doce favorito até a triste substituição por uma cobertura butter cream, eca!
  10. Sequilhos – Juazeiro do Norte. Encontrei esses sequilhos em uma feira local de Juazeiro, tinham sabores diferentes, todos deliciosos e fresquinhos, desmanchavam na boca.

Cy e Eli, tá estendido o desafio a vocês também!

Comi por: aí!

Beijos.

Nat

Um noite com vinhos

Incrível como o frio pede vinhos, não?

Em uma dessas noites de inverno, meu namorado me fez uma surpresa e me presenteou com uma aula básica sobre vinhos.

A aula foi super legal, começando pelo espaço em que foi ministrada: Aconteceu no Viandier – um espaço gastronômico que mescla restaurante, escola de culinária, empório e espaço cultural. Sim! Tudo isso em um lugar só.

A aula foi dada pelo Fernando Basile, diretor da Associação Brasileira de Sommeliers (ABS), um grande conhecedor de vinhos que compartilhou em quase 4 horas, um pouco da história do vinho, as principais uvas, a decisão de compra e a harmonização com tipos de pratos.

Também tivemos degustação (claro!).

Começamos provando uma espumante, passamos para o vinho branco, fomos também para o rose, tinto e finalizamos com um vinho de sobremesa.

Caprichosamente o vinho branco foi servido com founde de queijo, o vinho tinto com uma “petit portion” de um saboroso picadinho de carne e o vinho de sobremesa com uma deliciosa compota de pêra.

Foi uma noite muito gostosa que só cutucou a minha vontade por entender e conhecer mais sobre esta bebida tão rica e especial.

 :-) Eli

Viandier: Al. Lorena, 558 – Tel.: (11) 3057 2987

Banquete nas costas

Quem me conhece bem, sabe que eu sou dessas que anda sempre com mochila nas costas. Posso estar de jeans, de saia ou de social e lá está minha Curtle comigo.

Mochila é praticidade. Carrego a roupa da academia, coisas de mulher e SEMPRE, frutas, água e outras comidinhas.

Hoje o meu amigo, Eduardo Rolim, me mandou uma série de mochilas e entre elas, achei a mochila perfeita para mim.

A mochila Picnic ! Idéia bacana para quem, assim como eu, anda sempre de mochila e sempre leva comidinhas e banquetes por aí.

:-) Eli

Portuga !

   Ontem, os primos do Marco (meu namorado) nos levaram ao Quinta de Santa Maria – um restaurante com donos portugueses, paredes com azulejos portugueses (pintados à mão) e óbvio, comida lusitana.

   O lugar é uma graça, tem um ambiente familiar e comida, muito boa !

    De entrada provamos a alheira (macia e muito bem temperada). Também pedimos bolinhos de bacalhau (excelentes – daqueles feitos com bastante bacalhau, muita batata e pouca farinha) e para prato principal: Bacalhau ao forno , servido com batatas, cebolas e brócolis cozido – tudo regado com um bom azeite (português, claro) e com um toque de alho sutil mas presente.

   Para acompanhar estes pratos, tomamos um vinho verde branco: Alvarinho – importado e engarrafado pela própria casa. Como sabem, não sou uma conhecedora de vinhos, pois pouco bebo – mas este me agradou muito pela leveza e pelo fundo frutal puxado para maçã.  Perfeita combinação!

   Para sobremesa, optei pelo Pastel de Coimbra (que difere do Pastel de Santa Clara por levar castanhas no recheio) e o Marco pediu um pudim de leite (diferente dos pudins de leite brasileiro – pois levava amêndoas em sua base). Ambos, muito gostosos!

Comi em: Qta de Santa Maria - R. Cerro Corá, 1.548 – Alto da Lapa – Oeste. Telefone: 3022-2499.

$: Cardápio acima, para quatro pessoas – R$400

:-) Eli