Arquivos da Categoria: Restaurantes

BBQ Chicken

Recentemente abriu perto do meu trabalho um novo restaurante, como por aqui não temos muitas opções, logo resolvi conhecê-lo e me surpreendi.
É uma rede coreana de frango frito, mas no cardápio têm mais de 40 opções que incluem saladas, sanduíches, porções e claro, pedaços de frango.
Fundada em 1995 na Coreia do Sul, a BBQ Chicken tem cerca de 4 mil lojas espalhadas por 23 países. Entre as opções de pratos da BBQ Chicken, está o Sous Vide Chicken, feito no vapor, que pode ser acompanhado por legumes. O carro-chefe da rede é o Olive Chicken – pequenos pedaços de frango fritos no azeite de oliva. O cliente pode pedir quatro ou oito pedaços (R$ 20,90/ R$ 32,50). Essa tecnologia de fritar os frangos no azeite me chamou muita atenção e bateu uma grande curiosidade. Será que realmente o frango fica saboroso e continua mais “saudável” do que fritar no óleo? Por isso, resolvi experimentá-lo!
Eles têm no horário do almoço uma opção mais acessível “Combo” (servido de segunda à sexta-feira), onde você escolhe o tipo do frango (corte + modo de preparo) e mais três acompanhamentos. Foi exatamente o que resolvi comer, solicitei Olive Chicken Desossado acompanhado de Arroz com Brócolis, Potato (uma batata frita no palito) e Salada (R$ 18,90). O prato vem bem servido, poções generosas de tudo.
BBQ Prato
O frango estava uma delícia, levemente apimentado e com o sabor peculiar do azeite, além de crocante por fora e macio por dentro. O arroz soltinho e saboroso, e a batata bem crocante. Foi uma boa escolha, só fica a dica para quem não gosta de pimenta, é melhor olhar bem o cardápio por quase tudo é apimentado, típico das comidas coreanas.
BBQ
Gostei muito do restaurante e acho que tem grande futuro aqui no Brasil, se tivesse dinheiro com certeza abriria uma franquia.
O único problema é o atendimento, demoram muito para trazer as bebidas e fizeram bastante confusão, acho que por ainda serem novos os funcionários não pegaram o ritmo. Outro detalhe é que o restaurante não é muito grande devem ter no máximo umas 30 mesas, então pode rolar uma fila de espera. Nós chegamos por volta do meio dia e sentamos direto, mas acredito que foi por sorte.
Sobre a questão da saudabilidade vi no site deles que a temperatura do azeite é controlada, acredito que por isso ele não perca as propriedades e a gordura não se modifique (insaturada para saturada).
Pretendo ir lá outras vezes para experimentar mais pratos.
Naná

Gaeta – Papo ótimo, comida melhor ainda!

Guarapari (ES) é conhecida como um dos melhores locais do Brasil para fazer mergulho, por ter a maior biodiversidade de vida marinha do país. Fomos conhecer a cidade embaixo d’água e pra repor as energias paramos no restaurante mais conhecido por lá, pelo menos para os turistas, o Gaeta.

O lugar é simples e aconchegante e fica na beira da praia de Meaípe, que é tranquila para passar a tarde tomando uma cervejinha. Sentamos perto da janela pra poder observar o mar e de fato entrar no clima com os pés na areia (o resto do restaurante tem chão normal). Mas vamos ao que interessa, a comida. O cardápio é lotado de pratos deliciosos feitos com frutos do mar e peixes, então resolvemos fugir do prato principal, a moqueca capixaba, e apostar na lagosta (~R$120).

Aaaaah as lagostas! Tão gordinhas e tão saborosas! Uma porção vem em torno de 700g, ou seja, é comida para 3 pessoas comerem tranquilamente, ou no nosso caso, para 2 ogrinhos. Pra deixar o prato irresistível, eles colocam um molho branco que ajuda a amolecer a carne que está em contato com a casca facilitando a retirada do bichinho inteiro, e queijo parmesão derretido em cima. Com essa combinação não tem como dar errado, as lagostas são simplesmente sensacionais!! Derretiam na boca e tinham um sabor único, só comendo mesmo pra sentir. Junto vem o arroz, pirão e moqueca de banana, e o melhor? Tudo em panela de barro.

lagostas

A dona do restaurante veio conversar com a gente enquanto pagávamos a conta. De tão gente boa que a Dona Idalina é, ficamos um tempão batendo papo, com ela contando as suas histórias, sempre entrelaçadas com a do Gaeta, afinal são 45 anos de um verdadeiro casamento. Além disso, o atendimento ao longo da tarde/noite foi ótimo, com a garçonete explicando bem os pratos e indicando as quantidades suficientes para 2 pessoas (taí umas das características que mais apreciamos em um restaurante: sinceridade/honestidade, pra não faltar e nem desperdiçar comida).

Se você tiver em Vitória ou Guarapari, nós garantimos: vale super a pena ir ao Gaeta.

Por Nath & Rica

Restaurante Gaeta
Avenida Santana, n.º 47, Meaípe, Guarapari

Mocotó Restaurante & Cachaçaria

Se você ainda não conhece, tem que conhecer! É isso que eu falo para todos os meus amigos!
Comida maravilhosa, clima agradável e preço justo. Mocotó está no ranking dos melhores restaurantes de São Paulo e com certeza o “título” é merecido.
O Chef Rodrigo Oliveira, uma simpatia por sinal, largou o curso de Engenharia Ambiental para dedicar-se à Gastronomia. Filho de “Seu Zé Almeida” fundador do restaurante, desde os 13 anos já ajudava o pai, lavando pratos, atendendo mesas e tudo mais… Mas foi em 2004 que tomou do pai as “rédeas” do restaurante. Com a humildade e o gosto pelo trabalho herdados do pai, Rodrigo e sua comida estão conquistando o mundo. Mas não é para menos, você sai do restaurante feliz, com a alma alimentada.


O segredo é a tradicional culinária do sertão nordestino combinada com técnicas modernas da gastronomia.
Começando pelos aperitivos, não deixe de saborear os deliciosos: “Dadinhos de Tapioca” servidos com molho agridoce de pimenta, o “Queijo-de-coalho com Melado” e o “Torresmo” crocante e extremamente suculento. Não fique apegado as calorias, porque realmente valem à pena!


Depois desses fantásticos aperitivos, a sugestão é experimentar a “Carne de Sol Assada” acompanhada de alho assado e chips de mandioca, a “Carne-Seca Desfiada com Cebola-Roxa” que vem com mandioca assada e jerimum (abóbora) assado com mel e o “Baião-de-Dois”, o famoso feijão com arroz incrementado com queijo-de-coalho, linguiça, carne-seca e um toque equilibrado de coentro.


E para finalizar, as sobremesas! Fiquei encantada com o “Creme Brullé de Doce de Leite e Umburana”, surpreendente, perfeita “adaptação” do famoso doce francês.

Mas não deixe de provar também o pudim de tapioca com leite de coco e leite condensado, maravilhoso! Já estou ficando com água na boca novamente…


Se ainda não se convenceu que tem que conhecer o Mocotó, além disso tudo, tem os sucos de frutas típicas do nordeste, as caipirinhas e as cachaças de diversas regiões do Brasil. Se você aprecia a “branquinha” pode optar pelo “Menu Degustação de Cachaça”, onde é possível experimentar uma sequência especial de cinco variedades selecionadas pelo “somellier” Leandro Batista.


Agora uma dica muito importante, chegue por volta das 11h30m se não quiser esperar mais de 2 horas para vagar uma mesa. O restaurante não é muito grande e a procura é imensa… A sorte é que já sabíamos disso e entramos na primeira leva, logo quando o restaurante abriu.
Não deixe de conhecer o Mocotó!
Av. Nossa Senhora do Loreto, nº 1100 Vila Medeiros – São Paulo – SP
Naná ;)

O tradicional e legítimo JK

No mês passado fui com alguns amigos para Franca, interior de São Paulo mais ou menos 400 km aqui da capital. Chegamos no horário do almoço e já com destino certo, o famoso restaurante “Barão”. O Carlão que é de Franca já tinha deixado o roteiro pronto e falou que não podíamos deixar de comer o “Filé à JK” do Barão.
Entrei no restaurante Barão que é bem simpático, todo com um clima retrô, localizado no centro de Franca na praça com o mesmo no nome (Barão), ansiosa para conhecer o JK.

Na entrada do restaurante tinha uma placa com o valor do prato R$ 84,00 e que servia 5 pessoas, mas não tinha nenhuma foto e nem descrição. A curiosidade foi tanta que ao passar entre as mesas não aguentei, comecei a espiar os pratos que tinham em cada uma. Sem descobrir o que era o JK, logo perguntei para um garçom e ele atenciosamente explicou que era um prato montado com filé, arroz, batata e salada. Até aí normal, um PF comum…
Como estávamos em 9 pessoas (3 mulheres e 6 homens) resolvemos pedir dois pratos. O prato demorou um pouco a chegar, o atendimento não é o forte do local, mas o restante compensa e vale a visita. Quando chegou ficamos realmente assustados com o tamanho, mas bem empolgados com o que vimos: um filé-mignon à milanesa gigante recheado com muito presunto e queijo, arroz com ovos e ervilhas, batata frita, banana à milanesa e uma saladinha para equilibrar…rs

O garçom começou a servir e a comida nunca que acabava, acredito que o prato todo dever pesar uns 5 kilos. É tanta comida que um prato serviu todo mundo, com repeteco, tivemos até que covidar mais gente para se juntar à mesa.
Fiquei apaixonada por Franca, mas principalmente pelo JK e por isso resolvi entender o porque do nome do prato. Segundo a lenda, o então presidente da República, Juscelino Kubitschek na década de 60, quando esteve na região para a inauguração da usina hidrelétrica se hospedou no Grande Hotel de Araxá – MG, foi até a cozinha e preparou este prato. Outra versão da mesma lenda que diz que foi o cozinheiro do hotel que preparou, o presidente gostou e a homenagem foi feita “batizando” o prato com nome do anfitrião.
Hoje esse cozinheiro trabalha no Barão e por isso que o prato continua conquistando fãs. Parece que chegam a ser feitos 150 pedidos do prato por dia, principalmente aos domingos. Então se estiver passando por Franca não deixe ir no Barão comer o famoso “Filé à JK”.
Restaurante Barão
Rua Marechal Deodoro, 1470 – Centro – Franca /SP
Tel.: (16) 3723.0414
Bjs!
Naná :)

Pirajá, a esquina carioca

Há mais ou menos 1 mês descobri o “Pirajá” esquina carioca, por indicação do meu amigo Koba e adorei, amor a primeira vista. O ambiente é uma delícia, com diversas mesas na calçada que lembram as calçadas de Ipanema, Copacabana, parecendo realmente que estamos no Rio. O bar tem como inspiração a “Cidade Maravilhosa” e isso me enche de orgulho.
Nesse curto período de tempo já estive por lá duas vezes. Com certeza é uma ótima opção para os almoços de sábado. Nas duas ocasiões pedi a “Feijoada da Surica” que vem acompanhada de arroz, farofa, couve refoga, além de bisteca de porco e linguiça. A opção grande serve bem 4 pessoas, mas é preciso pedir 2 acompanhamentos “extras”, pois o prato acompanha apenas 2 pratos montados de acompanhamento. O preço é bem justo R$ 50,00, somando os acompanhamentos “extras” sai R$ 20,00 por pessoa.
Outra dica importante é o horário, da primeira vez chegamos por volta das 14 horas e ficamos uns 40 minutos esperando vagar uma mesa, já na segunda vez chegamos lá ao meio dia e conseguimos escolher a mesa, pois estava bem mais tranquilo.
Além da feijoada, o bar tem maravilhosas caipirinhas e um chopp no ponto! O ambiente, a comida e o atendimento são tão bons que não dá vontade de ir embora…

Av. Brg. Faria Lima, 64 – Pinheiros São Paulo, 01451-000
(0xx)11 3815-6881
http://www.piraja.com.br

Naná :)

Spazio Vintage por Natalia Santos

Por indicação de um amigo, fomos conhecer o “Spazio Vintage”. Um lugar “delicinha” (como classifica a Ana Carolina Bezerra), saboroso e muito diferente, como tudo que tem na Vila Madalena. Nos surpreendemos!

No espaço funciona além do restaurante, um café e um bazar permanente (brechó) com roupas e acessórios de época.

 É uma “casa multifuncional” e bem aproveitada, em cada cantinho tem uma mesa com algumas cadeiras, tudo bem informal, mas aconchegante. O clima vintage é o que mais agrada, você tem o prazer de viver ou reviver a história. Eu particularmente adoro essa sensação.

 Escolhemos uma mesa grande, próxima da cozinha. Logo fomos atendidos por uma simpatia de pessoa.

O cardápio da casa, dividido por dias da semana e as opções de bebidas, apresenta uma comida total “confort food”, aquela comidinha da vovó com um toque contemporâneo.

Como almoçamos lá numa terça-feira tinhamos disponiveis três opções de pratos: Risoto de Abóbora com Carne-seca, Risoto de Cogumelos e Picadinho. Todos acompanhados de salada (alface americana, alface roxa, tomate, pepino e cenoura) ou caldinho de feijão. Os preços dos pratos variam de R$ 15,00 a R$ 20,00. Eu optei pelo Risoto de Cogumelos e pedi como acompanhamento iscas de filé-mignon. Estava fantástico, cremoso, com uma quantidade vasta de cogumelos (champignon, shiitake, shimeji, paris) e o arroz “al dente” como deve ser servido.

A maioria das pessoas que estavam comigo pediram o Picadinho acompanhado de farofa, batatas, feijão e arroz. Que também fez sucesso.

Mesmo bem satisfeitos, não podiamos deixar de “conhecer” as sobremesas. Logo na entrada tem uma vitrine com vários tipos de brigadeiro: pistache, paçoca, coco queimado, beijinho, misto, tradicional e mais outros sabores que nem me lembro. Eles vem num potinho um pouco maior e mais recheado do que de festa de criança e custam R$ 3,50 cada.

 Tinha também como opção de sobremesa: pudim de leite, sorvete caseiro com calda de caramelo e chocolate e bolo de cenoura com cobertura de chocolate. Como não gosto de chocolate optei pelo pudim de leite que estava bem gosto. Não é o melhor que já comi, mas valem as calorias.

Provei também um pouco do sorvete caseiro, que parecia a torta de sorvete da minha avó Eny, com a consistência firme e o sabor incrível. Apenas fica a dica de pedí-lo antes de terminar o almoço para dar tempo dele “degelar”.rs

Não aguentei e para viagem pedi o brigadeiro de coco queimado, pois não podia deixar de experimentar! Sucesso!

Enquanto o pessoal terminava de comer fui visitar o brechó que fica no 2º piso.

Tem de tudo que você pensar, pulseiras, boinas, colares, vestidos, sapatos, eles vendem e alugam tudo.

Sai de lá muito feliz e pretendo voltar outras vezes.

Spazio Vintage” um espaço que vale a pena conhecer… Por Natalia Santos, dedicado para minha avó Eny

Rua Rodesia 74 – Vila Madalena – São Paulo

Quintal do Braz – Una Bella Pizza

Sexta-feira é um ótimo dia para? Uma bela pizza! Então o casal gordinho resolveu ir ao Quintal do Braz para experimentar alguns sabores novos. Durante a espera de 20 minutos, mandamos ver no Piquenique Mussarela (rolinho de massa de pizza com recheio de queijo, R$18,50), acompanhado por um belo chopp Original.

Então fomos de mezzo Tacchino (fatias de peru defumado, catupiry – de verdade – e alho poró, R$52,50), mezzo Caprese (mussarela, tomate caqui, fatias – gordas – de mussarela de búfala artesanal, folhas de manjericão e pesto de azeitona, R$61,50), com uma ótima apresentação. O alho poró dá um toque todo especial a uma pizza relativamente comum e o pesto de azeitona é delicioso, mesmo. Já a massa estava um pouco “massenta” e grossa, não gostamos muito.

Tacchino

Tacchino

 

Caprese

Caprese

Tudo isso bem regado com o azeite Bráz, que é extra-virgem e produzido na região da Campania, na cidade de Montesarchio, e importado com exclusividade pela pizzaria. Sinceramente, não achamos nada de mais.

Fomos bem atendidos em um ambiente super aconchegante e bem decorado, que parece uma casa antiga. O nome Quintal veio porque fora tem um espaço lindo e arborizado, que neste clima de outono proporciona uma noite muito agradável. Mas como não conseguimos mesa lá, ficamos no salão interno, que realmente é uma barulheira (de pessoas falando) e bem abastecido com equipamentos de ar condicionado, para que o forno que fica no canto esquente só as pizzas, e não a galera.

O quintal

Uma ótima experiência pra quem quer se distrair em um local que sai da selva de pedra de São Paulo, vale a visita!

Por Nath & Rica

Quintal do Braz

www.quintaldobraz.com.br

Rua Gandavo, 447 – Vila Mariana

Original Burger – Ciabatta neles!

Resolvemos fugir um pouco do tradicional hamburger e fomos ao Original Burger, um restaurante muito pequeno (sim, nós contamos o número de cadeiras, 60 pra ser mais exato), simples e moderninho no Brooklin.

O que realmente é diferente aqui? Os lanches no pão ciabatta, que levam nomes de estados e cidades dos EUA, e por isso o slogan do local é “a melhor rota do sabor”. A Nath foi de Flagstaff: costelinha desossada e caramelizada com molho barbecue e muito queijo emental. Já o Rica pediu um Texas Barbecue: tiras de filet mignon ao molho barbecue, muito queijo e cebolas caramelizadas.

Texas Barbecue

Acho engraçado alguns restaurantes darem nomes assim para os pratos, porque quando o garçom chega e pergunta: “de quem é o Texas?”, as pessoas ficam tentando lembrar do nome do lanche que pediu. Afinal, na nossa cabeça só fica mesmo a informação básica do que quer comer, no caso filet mignon e cebolas caramelizadas.

De acompanhamento acabamos pedindo meia porção de Special French Fries: batatas fritas com cheddar (que estava meio branco e esquisito) e bacon, porque não tinha a Waffle Fries, que tem formato de waffle mesmo e queríamos experimentar. Esta quantidade que pedimos deu tranquilamente e ainda sobrou, as porções/lanches lá são realmente bem servidas!

Special French Fries

E chegamos à melhor parte: a sobremesa! Hummmm, o Chocolate Storm é simplesmente genial! Olha essa combinação: brownie com nozes, sorvete de baunilha, castanhas de caju e chocolate hot fudge. Linda apresentação, lindo de comer.

O maravilhoso Chocolate Storm

Se você está pensando em mudar a rota (com o perdão do trocadilho), vá lá porque vale a pena!

Por Nath & Rica.

Original Burger

www.originalburger.com.br

Av. Padre Antônio José dos Santos, 798 – Brooklin

Robin de bois

Recentemente fomos ao Robin des bouis. Restaurante francês com menu descomplicado, em Pinheiros, SP.

O restaurante tem dois salões, o do fundo mais acolhedor e o da frente com estilo de pub, decorado com itens retros e posters franceses.

A escolha teve um fundo emocional, já que pedimos batatas rústicas com ervas para tentar matar a saudade de Paris, vinho e queijos.

Como prato principal, aceitamos as sugestões do garçom:

Eu fui de um delicioso risotto de camarão com queijo mascarpone (R$49), leve e bem suave, junto de um vinho branco.

Enquanto meu marido pediu medaillons dijon com risotto de shitake e shineji (R$49) até mais saboroso que o meu prato junto de um vinho tinto que nos pareceu um pouco fora do ponto.

Como sobremesa pedi um delicioso Tarte Tatin (R$18), torta de maçã pouco doce que combinou perfeitamente com o sorvete de canela

E meu marido pediu um crepe de chocolate servido com um sorvete de paçoca (R$21) que também estava ótimo.

Mas se você tem vontade de ousar mais nas escolhas, pode optar por outras opções de peixes e carnes que o menu oferece.

Certamente voltaremos pois achamos que além de um ambiente agradável, tem comida boa e preço justo.

Robin de Bois
R. Capote Valente, 86
Pinheiros – São Paulo
(11) 3063-2795
www.robindesbois.com.br

Cantadas a la Taco Bell

Taco Bell é uma rede de fast food americana que oferece lanches Tex-Mex (cozinha texana/mexicana – é aquela mexicana adaptada ao paladar dos americanos, não tão picante, não tão forte, etc).

Lá fora, é uma ótima opção para sair do tradicional hambúrguer americano: é bem mais leve e mais barato também.

Eu adoro! Não tirei nenhuma foto dos meus burritos, mas achei o máximo esses molhos que vem com mensagens e convites diversos: “encontre-me no mesmo local, mesmo horário”, “me leve para seu taco”, “me escreva”… tem até umas cantadas… mas não. Receber cantadas através do molho de pimenta, não é legal. Rs

Buddha Bar São Paulo

Conheci o Buddha Bar em Londres e quando fiquei sabendo que a filial de Sampa ia fechar (por conta do fim da Vila Daslu), decidi levar meus pais: uma porque o restaurante tem um ambiente bacana e outra porque gostamos da cozinha do chef Erick Jacquin (que assinou o cardápio da filial brasileira).

 Assim como os outros restaurantes da rede, a decoração é sofisticada e suntuosa. A música alta e as pessoas bonitas fazem do lugar um ambiente jovial e agradável para ir com amigos (no meu caso, com minha família).

 Não lembro qual foi nossa pedida de entrada, mas como prato principal,  pedi um tepan de filet mignon na chapa, com molho de redução de vinho, ameixa e batata oriental com brotos de feijão (R$52). Saboroso mas bastante comum.

 Minha mãe pediu uma trilogia do mar (postas de salmão, carapau e linguado grelhadas) com emulsão de chardonnay e arroz selvagem negro (R$88). Também saboroso mas também nada surpreendente.

 E meu pai pediu um entrecotê com molho trufado servido com shitake oriental e purê de raízes (R$62). Um prato espetacular. O molho do shitake com azeite trufado era caramelizado e tinha uma combinação incrível com o purê. O entrecote tinha tempero na medida certa, estava extremamente macio e suculento.

Se eu e minha mãe soubéssemos, teríamos escolhido esse prato. Nós três adoramos.

 

 De sobremesa pedimos creme brulée e brownie com frutas vermelhas. Que também estavam saborosos mas não superaram o entrecote.

 Outro destaque da casa foi para o atendimento do garçom Edson. Fomos atendidos por ele a noite toda e tivemos um atendimento muito atencioso e prestativo (como deveria ser em todos os restaurantes mas que dificilmente encontramos).

 Fomos no início de novembro. Não descobri se fecharam como haviam comentado, mas o telefone do restaurante chama, chama e não atende… o que sinaliza que talvez tenham sim, fechado. Uma pena :-( 

Vila Daslu: Av. Pres. Juscelino Kubitschek, 2041 – Itaim Bibi – Tel.: (011) 3044.6181 – São Paulo, 04543-011

 Ah, a casa é toda meia luz e minhas fotos de iphone saíram péssimas.

O Pote do Rei – O Retorno

Sim, retornei ao Pote do Rei em outra ocasião, como a Eli comentou em nosso post coletivo, mas confesso que estou com dificuldades de descrever o que comemos. Não sei, de repente sabores não se traduzem mais em adjetivos competentes o suficiente para transmitir minhas sensações (#ó,eagoraquempoderámedefender?!)… Encarnando o Salvador Dali, vou iniciar uma metodologia surrealista de descrição de pratos degustados!

Entrada – Berinjela, azeite extra-virgem, flor-de-sal e manteiga. Pão toscano, focaccia e grissini.

“Ai essa manteiga derretendo nesse pão quentinho… hummm… hummm… só mais um pedaço… Se eu pedir uma porção extra, vou aguentar comer meu prato inteiro?”

Penne ao molho de champagne, com camarão, pera e dill.

Sabe aquela namoradinha meiga que consegue tudo o que quer, mesmo à contragosto do namorado? Era tanto carinho na minha língua, que o trio namoradinho molho-camarões-pera conseguiram que eu terminasse o prato, mesmo estando satisfeita logo depois de comer a metade dele.

Rigatone Caprese, com muzarela de búfala, tomate cereja marinado, rúcula e crocante de pão.

Pensa num italiano alto, forte, sorridente…

Entrecote ao molho de mostarda e ervas com batatinhas fritas.

Um general de presença e um exército de soldados muito bem fritinhos… crocantes por fora, macios por dentro!

Semifredo de doce de leite com calda de queijo e goiabada.

A Grizelda mineira: um trio humilde mineirinho que ganhou na loto e está aprendendo a se vestir melhor.

#pirei,meinterna!

Comiporai: O Pote do Rei. São Paulo/SP.

Nat

Merengue de tia. Ai ai…

Descobri que tenho uma queda por doce de tia… sabe?! Pavê, pudim, doce de abóbora, bolo cremoso de fubá, cassata… todo mundo tem uma tia que se responsabiliza pela sobremesa dos eventos familiares e arrasa!!! Geralmente é uma receita de uma revista antiga que ela tinha guardada, ou um clássico aguardado a cada reencontro, não importa! Sobremesa de tia-da-sobremesa são sempre as melhores…

Outro dia me reencontrei com uma dessas sobremesas e fiquei com inveja de quem tem tia que faz merengue… nenhuma tia minha faz. Unf! E eu gosto tanto! Tanto! Merengue sim é confort food… aquele chantilly bem batido, frutinhas e… e… e… AI AI… Suspiro!

Engraçado que eu não curto chantilly, só em bolo mil folhas e em merengue. Mas o suspiro… o… o… o… AI AI… o suspiro! Esse eu gosto demais, bem sequinho (sem aquele miolo molinho que vira chicletinho), com frutas, puro, com raspinha de limão ou como cobertura de torta. Humm! Apesar do chantilly, acho uma sobremesa leve, fresquinha, bela pedida pra festança de final de ano… será que terei que virar eu a tia que faz merengue nas reuniões de família?!

Merengue de framboesa do Ritz: sorvete de creme, chantilly, calda de framboesa, framboesas frescas e… e… e… AI AI… suspiro!

Comiporai: Ritz. São Paulo/SP.

Nat

Oficina do Sabor – Pernambuco

Há alguns meses atrás, eu e a Cynthia Iguchi, fomos para o Recife a
trabalho.

Como muitos sabem, eu amo o nordeste.  Amo a paisagem, o estilo de vida e principalmente o povo nordestino.

Acho o povo nordestino mais guerreiro. Um povo criativo e que faz as coisas acontecerem. Gosto dessa postura de dar um jeito ao invés de  dar uma desculpa. E gosto da receptividade de lá também.

O Nordeste é o lugar, do Brasil, que mais me recebe bem. Sempre que vou, a passeio ou a trabalho, trago boas referências e muitos  presentinhos.

Dessa vez não foi diferente. Fomos recebidos pelo Carlos e pelo Cristovão que ao saberem do nosso gosto pela comida, nos levaram para almoçar no delicioso Oficina do Sabor, em Olinda.

O restaurante é rústico, tem decoração bem colorida e bem  para cima (a cara de Olinda). Escolhemos uma mesa na parte de fora do restaurante, que fica no alto, tem uma brisa gostosa e uma vista lindíssima da cidade.

Deixamos à escolha dos anfitriões, o que comeríamos e foi a melhor coisa que fizemos pois só comemos do bom e do melhor.

De entrada: Iscas de peixe, bem sequinhas e bem temperadas, servidas com molho de mostarda

E como prato principal:

Baião de dois pernambucano, o arroz, feijão, queijo coalho e  FRUTOS DO MAR. Sim. Essa é a diferença do Baião de dois pernambucano para outras regiões. Posso dizer que agradou, e muito!

Também pediram um Jerimum recheado com camarão ao creme de maracujá (R$81) servido com arroz com coco. Todos os pratos estavam deliciosos, mas esse estava divino. Quase me acabei de tanto comer. O ácido do maracujá combinou muito com o camarão. Um sabor sem igual.

E para sobremesa tomamos sorvete de tapioca e claro, pedi a minha tão amada Cartola (sobremesa que amo e que já falei aqui)

Foi um almoço espetacular que quando lembro dos pratos, começo a salivar de vontade de voltar.

Agradeço o convite do Carlos e Cristovão também. Não podia ter tido anfitriões mais atenciosos que eles.

:-) Eli

Dalva e Dito

Com a proposta de resgatar a essência de pratos brasileiros, porém utilizando técnicas e padrões internacionais, surgiu o restaurante Dalva e Dito, dos chefs Alex Atala e Alain Poletto, em 2009.

O nome Dalva e Dito traz em sua concepção, duas homenagens: Dalva, em homenagem a estrela Dalva e Dito, em homenagem ao Santo Expedito.

Embora fique há menos de 150 metros do D.O.M e ter o mesmo chef de lá, o restaurante traz uma proposta bastante diferente (tanto em preço, quanto no cardápio e na decoração).

Com arquitetura de Marcelo Rosenbaum o restaurante traz referências daquelas fazendas do interior de São Paulo, construídas na época do café, com exceção da cozinha moderna que chama atenção por ter estações separadas por funcionalidade (uma das estações, é dedicada à
alimentos que usam técnica a vácuo, outra para preparo dos pratos e outra para a finalização do preparo – que acontece na frente do cliente, já que esta estação é toda de vidro).

O cardápio é dividido por temática e tem diversas opções, para agradar a todos.

- Da terra e do ar… opções de carnes e aves

- Das águas… opções de peixes

- Para adoçar sua vida… as sobremesas (essa era fácil!)

O couvert trazia manteiga aviação, alho assado (super suave) e pimenta biquinho.

Como de praxe, pedimos pratos e metemos o garfo nos pratos alheios para que todos pudessem experimentar todos os pedidos (sim– um pouco nojento, mas uma alternativa feliz para sair de lá com algumas impressões).

Fomos de:

Entradas:

Cavaquinha com tomate tipo vinagrete (saborosíssimo) e a cavaquinha estava com a textura exata, nem molenga, nem dura e borrachuda.

- Pastéis recheados com feijão de corda

Pratos principais:

- Macarrão com feijão e lingüiça (R$44), que achei bastante bizarro e não tão surpreendente (como dizia o cardápio) tampouco tão saboroso assim. Achei que o feijão acabou encobrindo o sabor do macarrão, que estava lá só pela textura.

- Arroz vermelho do sertão com textura AL dente com espeto de queijo coalho e legumes assados (R$47), ok mais também não sensacional

- Pirarucu na chapa com uma deliciosa vinagrete de castanha do Pará e ratatouille com vegetais típicos do sertão (mandioquinha, maxixe, batata doce, quiabo, jerimum, palmito assado, banana da terra, chuchu e cebola). Prato bastante saboroso, principalmente pelo pirarucu que vinha com uma textura incrível e uma suculência sensacional.

- Surubim, bem leve e que tinha uma nota equilibrada de capim limão (R$55). Ah, vinha com essa folha verde também (jambú), uma folha que você morde e adormece sua lingua (sensação gustativa elétrica, bem estranha).

- Milanesa com salada de batata (R$48). Gostosa, mas que não surpreendia.

- Medalhão com batatas bem sequinhas por fora e macias por dentro (de tudo, as batatas e a cavalinha foram o que mais gostei)

Comemos muito e bem, mas os elogios vão mesmo às sobremesas. Sobremesas simples, mas muito bem executadas.

Fomos no típico pudim de leite, macio, leve e saboroso junto de uma  combinação de sorvetes de tapioca, umbu e coco.



Escolhemos também uma espuma de manga com calda de gengibre (R$18)

Tapioca doce (R$19)

-  Romeu e Julieta (R$19)

- Babas a cachaça com ovos moles (R$18)

Foi uma deliciosa experiência e que vale sim uma visita. Tanto pela comida caseira preparada com requinte quanto pelos sabores que talvez não superem os que seus avós faziam, mas que com certeza superarm referências não emocionais que já tenha tido.

:-) Eli

Dalva e Dito: Padre João Manuel, 1115  – Jardim Paulista –  Tel.: (11) 3068 4444

Hi, my name is Forrest! Por Nath e Rica

Divertido. Essa é a definição que podemos dar do Bubba Gump Shrimp Co., um restaurante totalmente dedicado ao filme Forrest Gump.

Cada coisinha lá dentro faz com que você solte pelo menos uma risada ou comentários como: “olha que animal”, “igualzinho ao filme”, “lembra dessa parte, que ele…”.

Logo na entrada tem um banco de madeira com a maleta e a famosa caixa de chocolates em cima e ao lado o tênis de futebol americano, pra você tirar sua foto dando uma de Tom Hanks. Ao sentar, o garçom explica como funciona o atendimento: deixe a plaquinha STOP FORREST STOP se precisar de algo, e RUN FORREST RUN se estiver tudo ok. E o cardápio de bebidas tem o formato de nada mais nada menos do que uma raquete de ping-pong.

Mas vamos ao que interessa, a comida! Obviamente que tínhamos que pedir algo típico, então optamos pelo Traditional Shrimp Cocktail ($14.29) como entrada. Simplesmente delicioso (mesmo pra Nath, que não é fã de camarão)! Ele vem geladinho (tem um potinho de gelo mesmo embaixo) e o molho, mesmo sendo bem apimentado, é muito gostoso.

Depois disso partimos pra comilança de verdade, que nos fez panguar com a mão na barriga por uns 20 minutos antes de ir embora. A Nath pediu o ½ lb. All American Burgers and Fries ($13.99), um cheeseburger grande e delicioso com molho barbecue e onion ring! Já o Rica pediu camarão de novo, o Shrimp Po’Boy ($13.99), mas dessa vez empanado e dentro de um pão ciabatta. Os dois lanches vêm abertos pra você colocar os condimentos necessários pra aquilo virar uma bomba e em cima de uma bandeja de alumínio bem tosca com um papel simulando um jornal, meio esquisito, mas dentro da realidade do Forrest.

Enfim, vale muito a pena a visita! Diversão e barriga muito cheia na certa!

Por Nath e Rica

Rong He é mais do que a apresentação do macarrão

 Conhecemos o Hong He há alguns anos, através do “boca-boca” da comunidade oriental.

 A primeira vez que fomos, nos motivamos pela curiosidade que tínhamos para ver o preparo do tal macarrão caseiro, aberto só com as mãos e hoje, voltamos todos os meses, pois adoramos o Yakisoba de lá e principalmente o Guioza.

O Yakisoba é gostoso porque vem com legumes bem temperados e macarrão crocante, que deixa o prato ainda mais saboroso.

O guioza é assado, tem massa bem fina e bem leve. O recheio tem um bom sabor, é bem suculento e macio também. É um dos guiozas que mais gosto, em Sampa.

Já o macarrão que o chef prepara com agilidade e talento invejável (veja vídeo) não é, em minha opinião, muito gostoso.  Mas se você for lá, experimente – afinal, para ver o chef fazer o macarrão, alguém tem que pedir o tal macarrão, não é?

Eu não vou me alongar aqui porque achei essa entrevista bacana, de um programa que conheci no Chef TV (canal culinário da TVA) e acho que ela mostra bem, o quanto o restaurante tem um bom custo benefício.

Ah, mas chegue cedo pois o restaurante é MUITO cheio.

:-)

Rua da Gloria, 622 A

Cochinillo: o famoso porquinho de Segovia (Espanha)

Fomos a outra cidade, perto de Madri, chamada Segovia – cidade lindíssima, com monumentos imponentes como o portal romano de 163 arcos (do final do século I).

A catedral gótica e o Alcazár.

Mas como esse blog trata sobre comida, falaremos do típico e famoso prato: Cochinillo de Segovia (porquinho assado).

Bom, depois de ir no restaurante José Maria (um dos mais tradicionais e mais premiados da Espanha), descobri algumas particularidades desse leitãozinho:

- o porco SÓ se alimenta de leite materno;

- quando atingem cerca de 4,5 quilos, são sacrificados;

- todos os porcos de Segovia recebem um anel na pata traseira, para comprovar sua procedência;

- neste anel é escrita a data que ele foi abatido e só são assados porquinhos abatidos com até 5 dias daquela data;

- os porcos “oficiais” só podem ser servidos em restaurantes certificados.

Bom, chega de curiosidades/“bla bla bla” do restaurante e vamos aos fatos que ali pude comprovar:

- os porcos de Segovia são só assados com água e sal;

- A casca (pele) é crocantíssima;

- O conchinillo é suculento e super macio;

- são tão macios que são cortados com um prato de cerâmica comum (ou seja, não precisa nem de faca para parti-lo).

Embora o cochinillo chegue inteiro no salão, só é servido um pedaço por pessoa (€23 cada pedaço)

Sim! É diferente de tudo que já comi.

Sim! Delicioso mesmo para os que não gostam de porcos, como eu.

Sim! Faça reserva porque geralmente o restaurante é lotado.

Sim! Dá muita dó de comer vendo o fucinho.

Chegue cedo, porque se tiver sorte você ganha como aperitivo uns bocadillos quentes de jamon com queijo. Sensacionais!

Ah, na Espanha o couvert não é cobrado. No José Maria, por exemplo, nos servem esses miudinhos temperados e saborosíssimos.

Bom, para os que não curtem muito porco (como eu), sugiro esta carne grelhada com batatas (€24) deliciosa também.  

Restaurante José Maria: Cronista Lecea, 11. Segovia
Reservas: 921 461 111 reservas@rtejosemaria.es

:-) Eli

Sugestão para o dia dos namorados: L´entrecôte de Paris

Domingo que vem é dia dos namorados, no Brasil, por isso decidi falar sobre algum lugar romântico para uma comemoração a dois.

Pensei em sugerir restaurantes ou bares, fofos, que já fui  como: Era uma vez Chalezinho, o Barbolla, o The view, o Sky, o Terraço Italia – mas lembrei que esses são aqueles restaurantes ”óbvios românticos”, que por serem famosinhos, estarão, sem dúvida, lotados dia 12.

Então decidi falar sobre um que fui há pouco tempo: o L’Entrecôte de Paris - um bistrô pequeno, intimista e que tem uma pequena varanda iluminada à luz de velas (faça reservas se quiser ficar na varanda e peça as mesas do canto, mais reservadas).

Assim como os L´entrecôtes franceses, nesse restaurante só é servido UM PRATO:  o Entrecôte (R$43,00 por pessoa) – carne suculenta (feita em grelha bem próxima a brasa), fatiada, regada por um molho cremoso e marcante (feito de ervas, mostarda e uma série de outros ingredientes que cozinham por muitas horas e que combinam perfeitamente com a carne).

Junto do entrecôte sempre vem uma salada simples, de folhas verdes (entrada) e batatas fritas finas, crocantes (acompanhamento – servidas à vontade) e que também combinam muito com o molho da carne.

A casa oferece somente um prato, mas possui uma boa carta de vinhos e várias opções de sobremesas.

Dentre tantas, escolhemos creme brûlee (R$15,60), óbvio, e o cheese cake com calda de frutas vermelhas (R$15,60).  Os doces estavam ótimos também, assim como o atendimento.

 

Ah, esse é o L´Entrecôte de Paris (que fica na Pedroso Alvarenga), mas em Sampa há também o L´Entrecôte Ma Tante (do chef Olivier Anquier) – não confunda os nomes, pois eu já confundi.

Entrecôte De Ma Tante

A sorte é que nessa confusão, acabei indo nos dois. Ambos  tem o mesmo esquema de serviço (ambos servem só o Entrecotê, ambos anotam o ponto da carne na toalha de mesa, ambos tem preço parecido – menos que R$50 por pessoa).

A diferença fica no molho (que achei melhor no Ma Tante) e no ambiente escurinho e apertado do L´Encontrecôte de Paris (que acho mais intimista e mais romântico, para dia dos namorados).

Mas a decoração do L´Entrecôte de Ma Tante é mais bonita. Ele é maior, fica em uma esquina, o pé direito é alto e o ambiente é bem iluminado. 

Enfim, ambos valem a visita… mas para o dia dos namorados, fique com o de Paris.

L’Entrecôte de Paris:  R. Pedroso Alvarenga, 1135, Tel.: (11) 3078 6942

L´Entrecôte de Ma Tante: R. Dr Mario Ferraz, 17. Tel.: (11) 3034 5324

Vilas Erich Bar por Nath & Rica

Agora o casal voltou com tudo! O restaurante da vez é o Vilas Erich Bar, onde a família do Rica costuma freqüentar.

O local é super aconchegante, simples e com poucas mesas. Todas as vezes que fomos lá tivemos que esperar um pouco para sentar, mas isso não é um incômodo quando o dono, um velhinho muito simpático atrás do seu caixa antigão, te pede pra esperar “um minutinho só”.

Olhando o cardápio, você conclui que de alemão mesmo só tem uma parte do dele, com uns 15 itens. Logo na entrada você dá de cara com uma plaquinha: “temos bacalhau”. Ou seja, ele é bem diversificado.

Prova disso é o prato que sempre pedimos por lá, chamado…Bife à Candomblé (R$62,00 ), que é simplesmente uma DELÍCIA! Bife à milanesa, com uma casquinha bem gostosa, com recheio de nada mais nada menos que: uma farta camada de catupiry, duas fatias de queijo e duas de presunto. Isso tudo acompanhado de batatas portuguesas sequinhas e crocantes e arroz à grega. Serve 2 pessoas com muita fome, mesmo.

Última vez em que estivemos por lá, a Nath rachou um joelho de porco (eisbein – R$52,00) com os pais do Rica. Assadinho e sensacional! Pensa em uma carne gigante e gordurosa…mas compensa, pois é muito saborosa, vale a pena testar. No primeiro momento você vai pensar que está comendo o joelho do Pumba do Rei Leão, de tão grande que é, mas depois de sentir o cheirinho…desiste da idéia! Ele vem acompanhado de um chucrute que não experimentei porque não gosto. O Rica deu uma provada depois de insistência, mas preferiu manter seu foco no bife mesmo!

Outro prato muito gostoso é o Gnoch à Moda (R$35,00), ele é bem fofinho com um molho à bolonhesa e uma gigante camada de catupiry por cima. Ou seja, não tem como não ser top!

Vale a pena visitar, a comida é sensacional e o atendimento ótimo!

Restaurante Vilas Erich Bar: Rua Fernandes Moreira, 366 – Tel: (11) 5182-2491