Arquivos da Categoria: Queijo

Quintal do Braz – Una Bella Pizza

Sexta-feira é um ótimo dia para? Uma bela pizza! Então o casal gordinho resolveu ir ao Quintal do Braz para experimentar alguns sabores novos. Durante a espera de 20 minutos, mandamos ver no Piquenique Mussarela (rolinho de massa de pizza com recheio de queijo, R$18,50), acompanhado por um belo chopp Original.

Então fomos de mezzo Tacchino (fatias de peru defumado, catupiry – de verdade – e alho poró, R$52,50), mezzo Caprese (mussarela, tomate caqui, fatias – gordas – de mussarela de búfala artesanal, folhas de manjericão e pesto de azeitona, R$61,50), com uma ótima apresentação. O alho poró dá um toque todo especial a uma pizza relativamente comum e o pesto de azeitona é delicioso, mesmo. Já a massa estava um pouco “massenta” e grossa, não gostamos muito.

Tacchino

Tacchino

 

Caprese

Caprese

Tudo isso bem regado com o azeite Bráz, que é extra-virgem e produzido na região da Campania, na cidade de Montesarchio, e importado com exclusividade pela pizzaria. Sinceramente, não achamos nada de mais.

Fomos bem atendidos em um ambiente super aconchegante e bem decorado, que parece uma casa antiga. O nome Quintal veio porque fora tem um espaço lindo e arborizado, que neste clima de outono proporciona uma noite muito agradável. Mas como não conseguimos mesa lá, ficamos no salão interno, que realmente é uma barulheira (de pessoas falando) e bem abastecido com equipamentos de ar condicionado, para que o forno que fica no canto esquente só as pizzas, e não a galera.

O quintal

Uma ótima experiência pra quem quer se distrair em um local que sai da selva de pedra de São Paulo, vale a visita!

Por Nath & Rica

Quintal do Braz

www.quintaldobraz.com.br

Rua Gandavo, 447 – Vila Mariana

Robin de bois

Recentemente fomos ao Robin des bouis. Restaurante francês com menu descomplicado, em Pinheiros, SP.

O restaurante tem dois salões, o do fundo mais acolhedor e o da frente com estilo de pub, decorado com itens retros e posters franceses.

A escolha teve um fundo emocional, já que pedimos batatas rústicas com ervas para tentar matar a saudade de Paris, vinho e queijos.

Como prato principal, aceitamos as sugestões do garçom:

Eu fui de um delicioso risotto de camarão com queijo mascarpone (R$49), leve e bem suave, junto de um vinho branco.

Enquanto meu marido pediu medaillons dijon com risotto de shitake e shineji (R$49) até mais saboroso que o meu prato junto de um vinho tinto que nos pareceu um pouco fora do ponto.

Como sobremesa pedi um delicioso Tarte Tatin (R$18), torta de maçã pouco doce que combinou perfeitamente com o sorvete de canela

E meu marido pediu um crepe de chocolate servido com um sorvete de paçoca (R$21) que também estava ótimo.

Mas se você tem vontade de ousar mais nas escolhas, pode optar por outras opções de peixes e carnes que o menu oferece.

Certamente voltaremos pois achamos que além de um ambiente agradável, tem comida boa e preço justo.

Robin de Bois
R. Capote Valente, 86
Pinheiros – São Paulo
(11) 3063-2795
www.robindesbois.com.br

Pique-Nique na Espanha

No post anterior comentei que fizemos muito pique-nique na França e na Espanha, mas só mostrei alguns dos nosso pique-niques franceses.

Se eram iguais? Bom, tinham muitos itens semelhantes pois na Europa inteira podemos encontrar queijos franceses com bom preço, por exemplo, MAS há itens bastante diferentes também, como os enlatados.

O meu namorado AMA frutos do mar, então além dos jamóns (presença diária nos nossos brunches Espanhóis), incluímos enlatados de frutos do mar.

Assim como o atum que comemos aqui, encontramos por preços baixos enlatados de peixe, de mexilhões, de lula, de polvo e outras conchas. Em média, cada lata custava uns 3 euros também.

Comíamos direto da lata ou algumas que vinham com molho de tomate, com baguetes fresquinhas. Nhami.

:-) Eli

Pique-nique ou farofada?

A verdade é que no Brasil, se levamos um lanche para a praça, praia ou parque e alí comermos… nos classificam como farofeiros.

Já lá fora, se fazemos isso (como todos os europeus fazem), o povo fala… nossa, que chique, estão fazendo pique-nique na Europa. rs

Farofada ou Pique-Nique, digo que adoro essa prática.

Não tem nada mais barato e mais gostoso do que preparar o lanche (da forma que você gosta) e leva-lo para aquela fome que dá no meio do passeio. Não é?

No nosso caso optamos por fazer pique-nique na Espanha e na França, por três motivos: escolhemos hotéis baratos que não ofereciam café da manhã, comprar coisas no mercado sai bem mais barato do que tomar café da manhã na rua e escolher o que iríamos comer nos dá muito prazer.

Assim eram nossos dias: todas as manhãs passávamos no mercado em busca de nosso brunch.

Sagradamente comprávamos: baguete, croissant, geléia, queijo, iogurte, frutas e vinho. E algumas proteínas, que na sua maioria das vezes eram: salmão defumado, jamón, caviar, kani e peito de peru. E de vegetais: mini alcachofra e tomates pelados.

Engana-se quem imagina que as compras como as abaixo saíram caríssimas. Gastávamos em média 25 euros por brunch (café da manhã + almoço) e aí jantávamos em algum restaurante naqueles esquemas que se paga uns 30 euros por duas entradas e dois pratos principais.

Acontece que aqui no Brasil pagamos muito imposto para produtos locais e ainda mais impostos para produtos de fora, por isso tudo que chega aqui, chega caro.

Para se ter uma idéia, ~3 euros é quanto custa um potinho de caviar, ~2,50 euros é o que custa um queijo comum Camembert, ~5 euros uma garrafinha de vinho bacana. Itens que pagamos por aqui ~R$25, ~R$20 e ~R$35 respectivamente.

Mas calma, nem tudo é tão barato e tão vantajoso. Enquanto meu namorado comia cavia de colher (como se fosse um danoninho) meu copo de suco de laranja custava mais de 5-6 euros. Caríssimo não?

Então, já que não posso me esbaldar nos queijos franceses, por aqui… convido-os para um pique-nique com frutas a vontade !!!

:-) Eli

 

Embalagem que armazena melhor

Em diversos países, encontramos essa “redezinha” que vem com 10 mini queijos.

Os queijos lembram muito nossa mussarela, com uma leve picância (gostoso, mas nada especial).

Já a embalagem sim, achei especial.

Isso porque o queijo vem coberto por uma camada de cera, que protejo o produto por mais tempo, inclusive fora da geladeira.

Por esse motivo, compramos vários para levar na bolsa e petiscar quando tínhamos aquela vontade de morder algo.

Sério. Essa embalagem ganhou de 10 x 0, dos Polenguinhos, que estouram na nossa bolsa e fazem a maior meleca.

Polenghi, faz aí um Polenguinho premium, com uma embalagem mais adequada para carregarmos de lá para cá.

:-) Eli

Monte Verde Pizzaria

Se tem uma comida que esse casal gosta e muito é pizza. Então nada mais justo do que visitar um bom lugar para ficar feliz e compartilhar aqui com vocês.

A pizzaria da vez foi a Monte Verde do Itaim. O lugar é bem agradável, um salão grande com cadeiras e mesas de madeira sem toalhas, e proporciona um conforto muito gostoso.

Uma curiosidade interessante é o “jogo americano”: um papel com a primeira página do site la Repubblica.it. Perguntamos ao garçom se era do dia, mas ele nos informou, após uma risadinha, que não era atualizado com tanta freqüência.

Antes do prato principal, pedimos uma massa de pizza com queijo parmesão, bem fininha e crocante (R$ 12,00). Uma dica: coloque bastante azeite, fica ainda mais gostoso!

A nossa pedida foi ½ Peito de peru, ½ 4 Queijos (R$48,00). A massa? Finíssima! O recheio? Nada de mais. Ok, ok…a pizza é gostosa, mas não é aquela que você sente vontade de comer muuuuito, mesmo o Rica tendo mandado quatro pedaços!

Além disso tem a aparência da pizza, que tem aquela cara de simples demais, servida em uma bandeja de aço toda riscada. Não sei a intenção do restaurante, mas não nos passou uma boa sensação.

Uma experiência boa, mas com um sabor nada extraordinário.

 Monte Verde Pizzaria

www.monteverdepizzaria.com.br

Av. Presidente Juscelino Kubitchek, 198

Por Nath & Rica

Tel: (11) 3815-4577

John and Paul, por Eduardo Rolim

Meu amigo Du (Eduardo Rolim, do super blog Minuto HM), fã de Beatles e do bom rock´n roll, foi conferir o John & Paul e deixou sua contribuição por aqui. Confiram abaixo o post dele, e aqui o que já foi falado sobre a lanchonete:

 _______________________________________________________

Bom, Eli e pessoal, prestei minha homenagem visitando o local hoje na hora do almoço.

Tudo começou pois estava de saída para o América com um voucher de rango grátis de aniversário, mas só depois que vi que era somente jantar. Acessei meu To-Do’s no 4sq e resolvi dar um pulo no John & Paul.

Chegamos 12h35 e a porta ainda estava fechada. Perguntei que horas abririam e me disseram que já estava aberto. Hum…

Entramos (minha esposa e eu) e já estava tocando músicas do Fab Four. Gostei, pois estava tocando em modo aleatório e caíram algumas do White Album, bem b-side, como Julia.

Sentamos-nos mais para o fundo, longe da cozinha (o lugar é bem pequenino), em frente aos quadros e à janela da Mourato Coelho.

Bom, o som dali estava estranho. Percebi que eles não devem saber que os Beatles praticamente “inventaram” o uso dos canais stereo em suas músicas, pois só ouvia a “base” das músicas da onde eu estava. Um lixo. Me levantei e fui conferir que o outro canal ficava em perto do balcão, em cima da TV que estava passando vídeos dos 4. Ali também só tinha um canal de som. Fico me perguntando como isso pode acontecer nos dias de hoje, achei péssimo…

Pedimos a batatinha frita comum I Feel Fine“, que foi nota 10,0, muito boa mesmo.

Aí pedimos milk-shake (eu de Negresco, fraquinho e muito doce)

e a Alê pediu o frapê de coco, muito gostoso.

De rango mesmo, eu fui de “Lady Madonna” – Hambúrguer de Picanha (180 g).

Já a Alê de “Penny Lane” – Hambúrguer tradicional (180 g).

O meu estava gostoso, mas nada de “nossa, aí sim”. Pedi com acompanhamento de catupiry o que deixou o lanche praticamente impossível de ser comido sem escorregar e cair tudo. A Alê gostou do dela, mas também comentou que “nada demais”.

O atendimento é ruim em todos os sentidos, infelizmente. Um cara mal-educado e uma mulher que queria porque queria tirar as coisas da mesa antes de acabarmos. Isso porque só tinha a gente e depois chegaram mais pessoas em 2 mesas.

A decoração é bacana mas, para quem já foi em qualquer bar temática da banda, como o Submarino Amarelo, no Ipiranga, não empolga. O chão é mais anos 50 do que 60.

Ah! Uma música tocou mais de 1 vez, fico me perguntando como pode…

Enfim, vale a pena conhecer sim, mas não acho vá com grandes expectativas. A localização é boa e encarece no preço que, no final, não se justifica tanto assim. Nota final: 4,0.

[ ] ‘ s,

Eduardo (direto do Minuto HM, o blog da família do Heavy Metal).

Receita de sopa de cebola do Ceasa

No inverno passado a Nat escreveu esse post sobre a sopa de cebola do Ceasa. (a propósito, deliciosa mesmo).

Esses dias achei no site da folha a receita próxima da original.

Sei que estamos no verão, mas é uma receita que vale a pena guardar para o inverno

“A clássica sopa de cebola do Ceasa, que ficou famosa em décadas passadas, está de volta. Em um espaço ao lado de um dos portões do atual Ceagesp, a receita original será servida somente durante o inverno. O publicitário Eduardo Affonseca, detentor da receita, afirma que a procura é grande por quem consumia a sopa nas madrugadas de antigamente. “Naquela época não existia muita opção para comer tarde da noite. Era o café no aeroporto [de Congonhas] e a sopa no Ceasa”

A sopa de cebola é um clássico da gastronomia francesa e é feita com uma boa quantidade de cebola caramelizada, além de caldo de carne ou frango. A finalização é importante, já que a sopa é gratinada com uma fatia de pão e queijo ralado, o que confere um sabor todo especial.

Ingredientes para seis porções

5 cebolas grandes cortada em meia lua bem fininha

2 talos de alho-poró picadinhos

2 colheres de sopa de farinha de trigo

200g de manteiga sem sal

2,5 litros de caldo leve de carne (não muito concentrado) ou frango já fervendo numa panela à parte

Um amarrado de ervas (alho-poró, salsinha, tomilho, folhas de louro)

Seis colheres de sopa de cebolinha picada

Seis fatias de pão Rústico (italiano ou português) 200g de queijo gruyère ou ementhal ralado grosso Sal a gosto Pimenta-do-reino a gosto

Modo de preparo

Derreta a manteiga em uma panela de fundo grosso, acrescente a cebola picada bem fininha e refogue longamente. Essa é a parte mais importante da receita para o prato ganhar cor e sabor. Siga mexendo sempre até que a cebola ganhe um aspecto caramelizado –deve levar cerca de 15 a 20 minutos, dependendo da intensidade do fogo. No meio desse processo, acrescente o alho-poró. Passado esse tempo, um caldinho caramelado deve ter se formado no fundo da panela. Acrescente a farinha e mexa dissolvendo bem, depois adicione o caldo de carne e o amarrado de ervas. Tempere com pimenta-do-reino e deixar ferver por cerca de 20 minutos. Retire o amarrado de ervas, adicione sal a gosto (cuidado, pois o queijo já é salgado!) e coloque a sopa em seis tigelas que possam ir ao forno. Cubra com uma fatia de pão rústico (como italiano ou português), com algumas cebolas da sopa e queijo gruyère ou emmenthal por cima. Por fim, leve ao forno a 180o até gratinar. Na hora de servir, salpique com cebolinha picada.

John and Paul

Como em casa todos gostam de Beatles, decidimos fazer uma visita ao  John & Paul burguer, na Vila Madalena.

 A lanchonete é pequena, com decoração caprichada dos anos 60.

 O diferencial desta para outras lanchonetes, que aclamam o rock dos anos 50 e 60, é que nas paredes do John & Paul há quadros com imagens dos Beatles, e nos telões/TVs vemos clipes e filmes em que eles aparecem.

Empolgados, pedimos neste dia algumas opções:

 A batata frita enrolada, que leva o nome da música Twist and Shout (R$14). Sequinha, crocante e graciosa pelo formato e com sabor padrão.

Pedimos também esses bolinhos de mandioca com carne seca que levam o nome da música: From me to you (R$15). Que não impressionaram.

Eu e minha irmã fomos de Milk Shakes que não convenciam como Milk shakes (R$15 cada), pois de tão aguado pareciam leite com quick de morango e leite com Nescau. Sim! somos chatas com milk shake pois quando meu pai tinha uma sorveteria, buscavamos fazer milkshakes com bastante sorvete e cobertura na medida certa.

Já meu pai, que adora frapê de coco (R$15), pediu um e se deliciou. Realmente, de tudo que pedimos foi a opção que mais gostamos. “Tava” beeem gostoso e cremoso.

 

Eu, minha irmã e minha mãe pedimos o lanche John & Paul burguer (R$26 cada). Um super hambúrguer de 300g com queijo e salada que poderia ser mais temperado e mais suculento.

E meu pai pediu um prato que não lembro o nome, que trazia hamburguer duro e seco, e mandiocas ainda congeladas.

Uma pena que o lugar, tão bem decorado, não ofereça opções que convençam o paladar de voltar ali.

Mas se for muito fã de Beatles e quiser conferir posters trazidos de Liverpool e réplicas de guitarras do John e do Paul, dá um pulo no local e aproveite para tomar um bom frapê de coco.

 John & Paul: Rua Mourato Coelho, 1285, Vila Madalena, São Paulo. tel. 2337-2540.

Si Señor: Tex Mex Food

Sempre fui muito ao El Kabong porque gosto do clima e das “gordosuras” de lá. A única coisa que eu odiava era a fila. Eita fila enroscada.

Mas isso não é mais um estorvo enorme pra mim, porque desde que lançou o Si Señor (na mesma rua – Rua Pinheiros) faço o seguinte: Vou até um deles e vejo qual o tamanho da fila, vou até o outro e faço a mesma pergunta. O que dá previsão menor, de espera, é o que eu decido ficar.

A verdade é que o dono do El Kabong abriu o Si Senor então os pratos são iguais, o ambiente e clima também. Preço? Sabe que eu nunca comparei na ponta do lápis, mas acho que é bem próximo também se não for igual.

Geralmente eu peço as mesmas coisas quando vou lá, só depende do tamanho da mesa do dia.

Quando vou só com meu namorado pedimos o prato PLAYA DEL CARMEN (R$68) que vem com Tacos a La lupita de file mignon, echilada de queijo, mini burrito de frango, mini quesadilla de machaca (carne desfiada), guacamole, salsa picante e sour cream.

Quando vamos com mais amigos, pedimos pratos com mais petiscos como os que pedimos da última vez que estivemos por lá.

LA BAMBA (R$42) – Combinação de potato skins, onion rings, chicken nuggets e jalapeno poppers. Acompanha molho mostarda e molho barbecue

NACHOS SUPREME (R$38) – Nachos chips cobertos com frjoles, cheddar cremoso, queijo ralado, azeitona, guacamole, sour cream, pico de gallo e cebolinhas verdes

QUESO FUNDIDO (R$26) – Harmoniosa combinação de queijos suavemente apimentado, servido com nachos chips ou papas fritas;

BURGUER BITS (R$26) – Porção aperitivo de hambúrguer caseiro servida em mini. Pão com cheddar cremoso e cebola. Acompanha molho barbecue (R$26);

Para sobremesa sempre pedimos:

OREO MADNESS (R$16) – Sanduíche de chocolate recheado com sorvete de creme e choco chips coberto com calda de chocolate e caramelo;

ZZ TOP (R$16) – Churros crocantes com sorvete de creme e cobertura de chocolate;

Si Señor:  Rua dos Pinheiros 661, São Paulo. Tel.: 2532 7291 e mais seis endereços que você pode ver no site aqui

:-) Eli

Comida Mexicana no Yucatán

Quando fui para o Texas, estado que tem grande concentração de mexicanos nos EUA, conheci a comida Mexicana e a comida TEX-MEX (texana + mexicana).

A diferença entre elas é simples e clara. A Mexicana é mexicana (oras), já a Tex-Mex é comida americana com leve traço mexicano e que as vezes, de mexicano só tem o formato e algum ingrediente.

Em São Paulo temos diversos restaurantes mexicanos. Uns mais típicos e outros menos. Recentemente fui à um restaurante mexicano mais próximo do estilo tex-mex, o Yucatán.

No Yucatán, por apenas R$35 você entra no esquema de rodízio e pode provar diversos pratos como:

Tacos

Taquitos

Totopos com guacamole, com creme Azedo, com  chili e outra salsa. 

Burritos

Quesadillas

Chilli

Apesar de gostar de comida Mexicana típica, aquela apimentada, forte e codimentada – gostei também do rodízio do Yucatan que tem atendimento bom, rápido e comida gostosa (mesmo não sendo tão mexicana).

Por ser rodízio acho que a adaptação da culinária mexicana, para o gosto dos brasileiros, é uma boa saída. Assim agrada a grande maioria. 

Ou seja, mesmo não sendo um tradicional mexicano, é uma boa opção para os que querem comer vários pratos “mexicanos” pagando bem pouco.

End.: Av. Juscelino Kubitschek, 393 – Itaim – SP. (11) 3045 3177

Fotos do site do Yucatán.

:-) Eli

Pizzaria Piola

Comemoramos o aniversário da minha amiga Cynthia, na descolada Pizzaria Piola da Lorena, jardins, SP.

A combinação da moderna decoração (luz baixa e itens bem coloridos) com a música eletrônica alta e garçons jovens lembra mais um bar do que uma pizzaria. Mas sim, é uma pizzaria com pizzas gostosas.

Como a massa é bem fina, pedimos quatro sabores diferentes.

1) Quattro formaggi, que como declarado no cardápio vinha com queijo brie – R$48

2) Piola, mussarela de búfala, tomate seco e manjericão – R$46

3) Salvador, cogumelo, calabreza e tabasco – R$48

4) Rio de Janeiro, frango grelhado, salsinha e mussarela – R$48

Um lugar bacana para se ir com amigos.

Piola é uma rede de pizzarias que tem estabelecimento em diversos locais do mundo. Em SP são quatro endereços. Esta aí fica na Alameda Lorena, 1765  – Tel.: (11) 3064 6570

AEH ! Parabéns Cynthia, querida !!!

:-) Eli

Piqueos do mundo com chef Checho Gonzáles

A segunda aula que assisti, no espaço B Gourmet, teve gastronomia, história e fatos interessantes, trazidos pelo chef  Checho Gonzáles, do Restaurante Ají.

A aula era de piqueos (petiscos), e assim como o chef Checho (boliviano que já morou no RJ, Espanha e SP), estes petiscos tinham influências de vários lugares.

O primeiro que fizemos foi o ANTICUCHO COM AIOLI. Maravilhoso porque o marinado deixou a carne saborosa, levemente apimentada e por causa da combinação de vários temperos – com um sabor bem único. Além disso, a carne fica com uma crosta crocante em volta e bem suculenta por dentro.

Ah, anticucho é uma palavra quíchua ou quechua (língua indígena falada nos Andes, desde antes do império inca) que significa pedaços de carne molhada.

Aioli é o acompanhamento do anticucho, uma espécie de maionese caseira.

Ingredientes para o Anticucho:

- 360gr de filet mignon em cubos

- 1 dente de alho

- ½ cebola

- 2gr de cominho

- 2 gr de orégano

- 2 gr de urucum

- 1 colher de café de vinagre branco

- 4 colheres de sopa de azeite extra virgem

- Sal e pimenta a gosto

- 2 gr de Ají em pó

(Ají é essa pimenta Andina que aqui, em SP, pode ser encontrada na feira andina que ocorre todos os domingos no Pari. Ela é vendida meio fresca e antes de ser moída, deve ser passada no fogo, para secar e então deve ser triturada).

Modo de preparo: Em um liquidificador bata todos os temperos até obter uma solução pastosa. Deixe os cubos de carne marinando por 1 hora, nesta solução. Espete dois cubos por espetinho de madeira e frite-os em uma frigideira com pouco óleo. Sirva com a Aioli (receita a seguir).

Ingredientes da Aioli

- 2 dentes de alho

- 200ml de azeite extra virgem

- 1 ovo cozido

- 1 ovo cru

Modo de preparo: No azeite “confite” o alho (ou seja, deixe o alho no azeite morno por 1 hora). Em um liquidificador bata o ovo cozido, o ovo cru, o alho e 100mls de azeite do confit. Bata até ficar homogêneo e adicione o restante do azeite até conseguir consistência desejada (na aula ficou um pouco mais líquido que uma maionese industrial). Coloque sal e pimenta a gosto.

__________________________________________

O segundo petisco ensinado:  TEQUEÑO COM GUACAMOLE

Tequeño são pastéis assados, mas que aqui fizemos frito. Essa é uma receita interessante pois é venezuelana, feita com massa chinesa servida com molho mexicano.

Ingrediente dos Tequeños

- 90gr de queijo feta

- 6 massas de won ton (massa bem fina de pastel chinês – vendidas em lojas de produtos orientais)

- 1 ovo batido para selar

Modo de preparo: Corte o queijo em pedaços do tamanho de um dedo, coloque-os no canto da massa, enrole-os com a massa e feche a massa com uma pincelada de ovo. Frite-os e sirva com guacamole.

Ingredientes do Guacamole

- 1 abacate maduro

- 1 caixinha de tomates cereja cortados ao meio

- ½ cebola roxa cortada em fatias finas e pequenas

- ½ pimenta dedo de moça

- Suco de 1 limão

- ½ punhado de folhas de coentro picada

- Sal e pimenta do reino a gosto.

Modo de preparo: Amassar o abacate e misturar todos os ingredientes.

__________________________________________

E por último aprendemos a fazer estes delicados OVINHOS MARMORIZADOS COM AROEIRA que tem um sabor bem aromático, levemente floral.

Ingredientes:

- 12 ovos de codorna

- 500 ml de shoyu

- 10 gr de aroeira

- 2 unidades de aniz estrelado

- Sal

Modo de preparo: Cozinhe os ovinhos em água fervente, uma vez cozidos retire-os e rache a casca levemente, sem desmontá-la. Despreze a água e troque pelo shoyu com os aniz estrelado, levante fervura novamente e deixe esfriar. Descasque-os e sirva com o pó de aroeira.

Pó de aroeira: Moa a aroeira (essa pimenta rosa, aí embaixo) e misture com sal (reserve).

Aniz estrelado é esse fruto, bem aromático, de origem chinesa.

Foi realmente uma aula deliciosa, bastante interessante com petiscos de sabores contrastantes.

Palmas para o chef Checho !

:-) Eli

Café da manhã no Dia dos namorados

   Já que o Dia dos namorados, este ano, cai em um sábado – que tal surpreender seu namorado (a) com um café da manhã na cama.

   Caso queira preparar algo, ta aí uma dica: Pães de beterraba com patê de queijo branco. Light e bem gostoso.

PÃEZINHOS DE BETERRABA

 INGREDIENTES 

  • meia xícara (chá) de leite (100 ml)
  • 1 ovo
  • 1 beterraba pequena picada
  • 1 sachê de Tempero SAZÓN® Amarelo
  • 1 sachê de Caldo SAZÓN® Legumes
  • 1 tablete de fermento biológico (15 g)
  • 2 colheres (sopa) de açúcar
  • meia xícara (chá) de margarina sem sal (100 g)
  • 400 g de farinha de trigo
  • meia xícara (chá) de aveia em flocos finos (45 g)

 Modo de Preparo 

No liquidificador, bata o leite, o ovo, a beterraba, o Tempero SAZÓN® e o Caldo SAZÓN® por 2 minutos, ou até ficar homogêneo. Em uma tigela grande, dissolva o fermento no açúcar e junte a mistura do liquidificador e a margarina, mexendo bem. Acrescente a farinha de trigo, aos poucos, sovando até soltar das mãos. Modele esferas de 4 cm de diâmetro, cubra e deixe descansar por 30 minutos, ou até dobrarem de volume. Leve ao forno médio (180 graus), pré-aquecido, por 30 minutos, ou até dourarem. Retire do forno e sirva em seguida.

 Rendimento: 20 unidades.

 Tempo de preparo: 1 hora (+ 30 minutos de forno).

 Dica: para que os pãezinhos cresçam mais rápido, deixem-nos em um local onde não exista “corrente de ar”.

PATÊ DE QUEIJO BRANCO E PERU 

INGREDIENTES m 

  • 250 g de queijo minas fresco bem amassado com o garfo
  • 100 g de ricota amassada
  • 150 g de fatias de peito de peru cortadas em tirinhas
  • meia xícara (chá) de leite (100 ml)
  • meia xícara (chá) de requeijão
  • 1 sachê de Tempero SAZÓN® Sabor do Sul

 Modo de Preparo 

Em uma tigela, misture o queijo minas, a ricota, o peito de peru, o leite, o requeijão e o Tempero SAZÓN®. Leve à geladeira até o momento de servir.

 Tempo de preparo: 5 minutos.

 Dica: para que a aparência da preparação fique mais atraente, acrescente folhas de salsa picadas.

A dica é da cozinha experimental da Ajinomoto.

:-) Eli

Pizza no Romão

Fui fazer um back-up no meu pc e ao passar as fotos do pc para o HD externo, encontrei várias fotos não tão atuais que postarei por aqui, aos poucos.

Esta foi uma rodada de pizza que fizemos na casa do Edgar (Romão). Ele comprou os discos, fez o molho, nós levamos alguns recheios e os pais dele (muito solidários e pacientes) assaram as pizzas (em forno a lenha! Humm !).

Eu e meu namorado fizemos duas:

Essa de shimeji (com o mesmo shimeji da receita daqui).

E outra com: Peito de peru, palmito e mussarela de búfalo. Mais light !

Foi uma noite agradável, com uma turminha boa e com pizzas com recheios criativos.

:-)

Doce de queijo da Ka

Recentemente, minha amiga Karina presenteou minha família e eu com doce de queijo, trazido de Goiás.

De cara achei estranho e diferente. Eu já tinha visto compotas com este doce, mas nunca tive interesse em experimentar.

Amo queijos mas  não sou uma super fã de “Romeu e Julieta” ou de Queijo com doce de leite. E por isso sempre achei que doce de queijo pareceria com queijo com doce! “Got it?”

Antes de prová-lo fiquei alguns minutos o observando (observando com preconceito, sim)

As bolinhas tem um tom de amarelo intenso, cor de quindim (e eu não gosto de quindim).

Elas são açucaradas em volta e vem em uma calda bem caramelada com viscosidade média. Na minha imaginação pensei: Puxa – deve ser igual aqueles doces hiper doces de compota que eu odeio.

Coloquei uma bolinha na boca e não é que eu gostei !

É um doce diferente, sim. Mas é gostoso porque não é bem como queijo com doce porque o queijo não é salgado e o mais importante, não é tão doce assim.

Você sabe que está comendo queijo porque o gosto de leite da fazenda é forte e porque a textura é de queijo provolone.

Mas dento das bolinhas não é liso como queijo. Parece que dentro delas tem vários grãos que lembram até ambrosia.

Poxa, se não fosse a Ka possivelmente nunca experimentaria este doce. Valeu amiga !

:-) Eli

Opção anti ressaca

Recentemente fui ao Tubaína – bar que resgata a velha bebida gaseificada e coisas de antigamente.

Sim, o lugar é nostálgico, tem um ambiente agradável com decoração bem retrô: mesas e cadeiras de fórmica marrom, fotos antigas, utensílios de plástico azul ou com desenhos florais laranja (daqueles de toalha de secar prato) e coisas que não combinam – como era a casa antiga da minha avó.

Além de 12 tipos de Tubaína, o cardápio traz também comidinhas com cara de interior: Coxinha de feijão, Pamonha frita, Cuzcuz mole com frango e claro, coisas de antigamente – como esse mandiopã (R$9,50) que pedimos.

Nossa, como eu gostava desta película estufada e gordurosa. Neste dia, tive a prova de que estou velha – pois só imaginava o meu índice de colesterol aumentando ou a gordura acumulando na minha barriga. risos

Já que gosto de brincar de experimentar coisas – também pedi uma porção de ”Bolinho Itapetininga (R$16,50)” -  bolinho de frango, feito com massa de farinha de milho e frango desfiado.

A massa é densa e amarelada e acho que o recheio poderia vir mais temperado! Não curti. Continuo com a coxinha do Frangó ou do Velozo.

A graça do bolinho foi o recipiente, pois ele veio aí – nesse porta sal de plástico, como aqueles de antigamente.

Também comi metade do lanche de pernil (R$16,50) do Arnaldinho ! Aí sim ! O lanche estava excelente ! O pernil tinha um tempero caseiro e super gostoso – eram diversas fatias finas, suculentas, acompanhadas por queijo coalho na chapa ! Nota 10 !

E pra fechar, claro, pedi uma sobremesa: Brigadeiro no palito coberto com flocos de ovomaltine (R$9,0).

Sim, a aparência não é daquelas – mas a combinação do brigadeiro caseiro com ovomaltine ficou ótima !

Foi uma noite bem agradável principalmente por reencontrar as queridonas da facu !

ADOREI REVE-LAS, MENINAS ! Até a próxima !

End.: Haddock Lobo, 74 – Centro – (11) 3129 4930

R$ BIZARRO: Se for com lista de aniversariante R$25 de consumação. Se não for aniversário – não tem mínimo. É o único bar que é mais vantagem ir sem nome na lista do aniversariante.

:-) Eli

O frio pede um foundue: Era uma vez um chalezinho

Parece que o frio chegou em Sampa, e chegou para ficar.

A única coisa que gosto do frio, é este clima romântico que pode ser apreciado quando estamos embaixo da coberta, no pé de uma lareira ou em um bom restaurante (claro que tudo isso quando estamos a dois, né).

E já que o frio chegou, eu e meu namorado fomos até o restaurante ERA UMA VEZ UM CHALEZINHO, na semana passada.

São quatro ambientes, sendo que o primeiro é o mais aconchegante pois o teto é de madeira, a luz é baixa e tem piano ao vivo.

O carro chefe da casa é o foundue, e foi o rodízio de foundue que escolhemos.

Neste rodízio vem o foundue de queijo (receita Suiça), vem carne e aves para se preparar no vinho, pães, torradas, 9 molhos diferentes (todos gostosos) e o foundue de chocolate com frutas e biscoitos (R$92 por pessoa).

O ambiente é aconchegante, a música (tocada pela pianista Marcela também era boa), o foundue estava gostoso mas tirando o atendimento da simpática hostess Isabela, o atendimento dos garçons deixa MUITO a desejar.

Tudo demora e tudo tivemos que pedir duas vezes para que fossemos atendidos. Só pra exemplificar, pedimos mais pão que veio só depois de 40 minutos. Fora que os garçons não ficavam em nosso ambiente e duas vezes, tivemos que ir até a cozinha chama-los. Pior que não fomos só nós, outros que estavam próximos de nós fizeram o mesmo.

Ou seja, é um restaurante que vale a pena ir se você quiser gastar bem e ter um atendimento péssimo.

Comi em: Era uma vez um chalezinho (SP) – Morumbi

R$ casal: R$300 (dois rodízios + vinho+ água + couvert artístico R$8,00)

:-) Eli