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Merengue de tia. Ai ai…

Descobri que tenho uma queda por doce de tia… sabe?! Pavê, pudim, doce de abóbora, bolo cremoso de fubá, cassata… todo mundo tem uma tia que se responsabiliza pela sobremesa dos eventos familiares e arrasa!!! Geralmente é uma receita de uma revista antiga que ela tinha guardada, ou um clássico aguardado a cada reencontro, não importa! Sobremesa de tia-da-sobremesa são sempre as melhores…

Outro dia me reencontrei com uma dessas sobremesas e fiquei com inveja de quem tem tia que faz merengue… nenhuma tia minha faz. Unf! E eu gosto tanto! Tanto! Merengue sim é confort food… aquele chantilly bem batido, frutinhas e… e… e… AI AI… Suspiro!

Engraçado que eu não curto chantilly, só em bolo mil folhas e em merengue. Mas o suspiro… o… o… o… AI AI… o suspiro! Esse eu gosto demais, bem sequinho (sem aquele miolo molinho que vira chicletinho), com frutas, puro, com raspinha de limão ou como cobertura de torta. Humm! Apesar do chantilly, acho uma sobremesa leve, fresquinha, bela pedida pra festança de final de ano… será que terei que virar eu a tia que faz merengue nas reuniões de família?!

Merengue de framboesa do Ritz: sorvete de creme, chantilly, calda de framboesa, framboesas frescas e… e… e… AI AI… suspiro!

Comiporai: Ritz. São Paulo/SP.

Nat

Magnolia Bakery – O melhor cupcake do mundo

Antes de qualquer viagem, sempre perguntamos a quem já foi para aquele destino como é, o que tem de bom pra fazer, o que devemos conhecer, onde devemos comer, e por aí vai…

Pois é, com nosso roteiro de NY não foi diferente. Todo mundo dando várias dicas legais. Na verdade, MUITAS dicas legais… Tantas, que parecia impossível fazer caber em só 5 dias.

Dentre tantas opções de “vocês TÊM que comer em tal lugar”, veio a sugestão do tal Magnolia Backery. Disseram que era o melhor Cup Cake do mundo! É de se pensar: “são pouco exagerados, né?!”. Mas enfim, resolvemos incluí-lo no nosso roteiro, mas sem muita preocupação. Como têm várias lojas deles lá, nem priorizamos. Deixamos pra ir quando desse.

Acreditem ou não, esse foi um graaaande erro!

Tivemos uma frustrada tentativa na loja da 5ª avenida, que estava muito muito lotada e então fomos a uma que fica dentro da Grand Central Terminal de NY. Depois de um tempo meio atordoados com tanta gente em um mesmo lugar, resolvemos procurar a loja que vendia o tal do cup cake. A loja é simples, pequena, com uns 6 ou 7 funcionários. Parece até apertado, mas ninguém liga pra isso… A fila inteira (bem grande, por sinal) só tem olhos para as duas pessoas que montam os cup cakes, um a um, com diversas coberturas (huuummm)!

Na fila já começamos a babar e a vontade era de comer um de cada sabor, mas compramos só quatro. A Nath foi de Red Velvet, bolinho de frutas vermelhas com cobertura de baunilha e um Double Chocolate, bolinho e cobertura de chocolate. Já o Rica preferiu repetir a dose do Double e um Black& White, bolinho de chocolate branco com cobertura de chocolate preto. Vale ressaltar que a textura e o sabor da cobertura são simplesmente FANTÁSTICOS! E, além disso, tem o preço que também é docinho, só US$3,50 cada.

Quando dissemos lá em cima que foi um grande erro, é porque a experiência de comer um bolinho desses é de virar os olhos. Sério, não é exagero! Se tivéssemos ido no primeiro dia, teríamos voltado em todos os outros e engordado uns 4 quilos cada um. Até tentamos voltar outras vezes, mas não deu tempo… Ficamos tristes na hora, mas pensando pelo lado dos quilinhos a mais, foi até bom não termos comido outras dezenas daqueles deliciosos melhores cup cakes do mundo!

Se for a NY, não se engane com os cup cakes normais vendidos em qualquer lugar. Vá ao Magnolia Bakery! E se puder, traga um pra gente.

Por Nath e Rica.

www.magnoliabakery.com

IHOP – O salvador da pátria!

Essa é pra você, que já fez uma longa viagem “low cost” aos Estados Unidos: qual é a pior parte desse país maravilhoso? A comida. Sim, a comida mesmo. É duro comer TANTA besteira por vários dias seguidos…por onde você olha é fast food, comida congelada, apimentada e muitas variedades de salgadinho. Isso tudo é uma maravilha no começo, mas o conto de fadas só dura no máximo 3 dias, depois você sente seu corpo literalmente pesado com tanta gordura.

Maaaas esse país é um perfeito exemplo de como conquistar os consumidores e atender suas necessidades. E assim criaram o IHOP, pra quem quer uma comidinha gostosa com pelo menos a cara de caseira. O cardápio de salgados é bem completão (separado por café-da-manhã, almoço e janta e servido somente no horário correto) e de doce tem as panquecas. Aaah, as panquecas…

Jantamos duas vezes lá e como na primeira não estávamos com muita fome, rachamos um Chicken Florentine Crepes: peito de frango em tiras, espinafre e cebola, com cobertura de queijo suíço derretido e molho ‘hollandaise’. Achamos um pouco salgadinho, mas bem saboroso.

O segundo jantar foi lá pro 14º dia da viagem, ou seja, estávamos mais do que enjoados e desesperados por algo que nos remetesse as respectivas mamães. A Nath foi de Sirloin Steak Tips Dinner: carne picadinha e frita com cebola, purê de batatas, milho com manteiga (até demais) e um pãozinho de alho. Um pouco sem sal, mas muito gostoso mesmo! E o mais importante: matou a vontade de comida pra aguentar o resto da viagem.

Já o Rica comeu um Country Fried Steak. Um steak de frango com um molho que até hoje não sabemos o que é, mas que era bem gostoso! Acompanhava um purê de batatas e brócolis, mas a refeição já estava saudável demais para mandar um brócolis e ele pediu para trocar por milho.

E vamos à parte mais gordinha e gostosa desse post e que faz jus ao nome de International House of Pancakes: a panqueca doce!!! Pedimos um sabor tradicional, o Chocolate Chip Pancakes: quatro camadas de gordas panquecas de chocolate, recheadas com chocolate (sim, de novo) com cobertura de açúcar de confeiteiro, chantilly e pedacinhos de chocolate (é, a gente gosta mesmo disso). Simplesmente uma BOMBA, mas daquelas mais gostosas que existem. A massa é bem levinha e o chocolate não muito doce, então dá pra matar a lombriga e comer tudo sem enjoar, isso é, se você conseguir acabar com tudo…

Nath só um pouco feliz com as panquecas...

Sobre o preço, é bem justo para quem quer comer bem nos dois sentidos: barato e gostoso.

Por Nath e Rica.

www.ihop.com

Endereço: tem pelos EUA inteiro, então é só dar uma procurada no site.

Bolo de noiva (PE)

Tenho aprendido muito sobre casamentos (afinal este ano tive 9 casamentos).

Essa semana eu conheci o bolo de noiva, de Pernambuco, que nunca havia ouvido falar.

Segundo as pernambucanas, este bolo de noiva deve ser ingerido no casamento, deve ser congelado e todos os anos, no aniversário de casamento, deve ser ingerida uma fatia do bolo para celebrar a união do casal.

Eu não experimentei, mas achei a tradição diferente (será que não fica com gosto de bolo congelado? como faziam antigamente, quando não havia freezer?)

Enfim, não me aprofundei nisso, então se alguém tiver algo a compartilhar, por favor publique no comentário.

:-) Eli

Doceria Kuchenbelt‏ – Floripa. Por Nath Attene

Quem mora ou for dar uma passada por Floripa, essa é uma doceria obrigatória para apreciar a parte gordinha da comida alemã, a tradicional Cuca.

Esta que eu pedi é meia Abacaxi, meio Côco, simplesmente uma delícia!!! A massa é um pouco durinha, mas é bom porque não forma aquela massaroca na boca…já o recheio tem ingredientes bem naturais. O resultado é uma cuca saborosa e bem artesanal, vale super a pena.
O preço? Só R$13,50.

Rua lauro linhares 820 BL 2 centro comercial – trindade – Florianópolis

Por Nath Attene

La Grande Epicerie Paris

Como disse no post anterior, A-D-O-R-O ir a supermercados e mercadões locais, por isso apresento para vocês o meu supermercado Parisiense, favorito.

Bem perto do metro Vaneau, na rua Serves, fica o “La Grande Epicerie Paris”.

Lembra aqueles empórios sofisticados de SP, só que em proporções abastadas.

Reparem em como as seções são organizadíssimas.  Doces caprichados, quatro geladeiras imensas de queijos, uma parte imensa de vinhos, uma sessão com itens para sobremesa (favas de baunilhas, geléias, etc)…

“Pardon”. Sei que as fotos ficaram horríveis, mas pelo menos dá para vocês terem uma idéia do que estou falando.

E olha que mimo essas frutas servidas em cestinhas, esses sucos envazados em vidro com carinhas e temperos dentro de mini garrafa PET.

La Grande Epicerie Paris: 38 Rue de Sèvres, Paris, France

:-) Eli

Waffles e Wafes

Você sabia que existem pelo menos dois tipos de Waffles (pronuncia-se uófols)?

Os da Bélgica e os da Holanda.

Os waffles belgas são aqueles de massa grossa, que encontramos geralmente em feiras de exposição ou restaurantes (não consigo lembrar muitos lugares onde encontramos eles). As massas são servidas com açúcar, calda de chocolate, morango ou caramelo e ainda, em alguns lugares com sorvete e chantily.

Já o waffle holandês (ou stroopwafel – waffle com calda) são massas finas, macias, servidas quentes ou mornas recheadas com caramelo derretido. Hummm !

De nada parecem com nossos biscoitos wafer mas acho que pelo formato, talvez tenham servido de inspiração para essa criação.

Eu gosto dos dois. O belga me sustenta e é ótimo como sobremesa, café da manha, etc.

Já o holandês é perfeito para aquele chá da tarde. Rs

:-) Eli

Gelato bom, mas com atendimento bem animado

Em Paris encontramos diversos cafés com sorvetes de massa.
 
Tomei muito sorvete nas férias, mas de tantas opções destaco a sorveteria  Gelati D’Alberto.

Isso porque, além de servir um excelente sorvete de chocolate meio amargo e um refrescante sorvete de morango (€4,5).


Tem um ambiente bacana também:  Música eletrônica alegre, atendimento de um homem italiano (talvez o dono Alberto), que canta e dança enquanto atende os clientes.
 
Quando descobriu que eu era brasileira até caprichou na minha porção e arriscou palavras em português.
 
A sorveteria fica em frente à praça Saint Michel. #ficadica

:-) Eli

Deu errado: biscoitos americanos

De tempo em tempo, tenho feito as cookies americanas (publicada aqui).

Só que da última vez que fiz, moldei bolinhas menores do que geralmente moldo e esqueci o forno alto. 

Resultado: biscoitos queimados que foram para o lixo

Moral da história: respeite a temperatura indicada no forno e não descuide de seus biscoitos, pois em cinco minutos deixam de ser deliciosos tornando-se desagradáveis biscoitos amargos.

:-(  Eli

Ranking dos Bem Casados, por Natalia Santos

 Maio é conhecido como “Mês das Noivas” e é com este mote que vim, hoje, falar. 

Abrindo aspas, namoro há sete anos e desde dezembro de 2009 estou nesse imenso mundo de casamentos, preparando o meu evento, que ocorrerá muito em breve.

Por ser um evento bastante especial, para mim, todos os detalhes são vistos com carinho e dedicação. Com os bem-casados não foi diferente e hoje, é sobre eles que falarei aqui.

Quem nunca provou esse saboroso “docinho” em casamentos? Eu sou louca por ele, costumo matar meu noivo de vergonha, pois sempre carrego uns de “lembrancinha” no bolso do paletó (essa eu tirei do fundo do baú) dele.

 O bem-casado é um doce super tradicional nas festas de casamentos, descende do “casadinho” português e simboliza a união do casal (dois pães de ló unidos por doce de leite), e geralmente é distribuído aos convidados como lembrancinha ao final da festa.

 Em busca do melhor bem-casado, para oferecer no meu casamento,  tenho degustado muitos deles, desde o início desse ano, pelo menos um de cada fornecedor. E nessa vasta degustação, descobri que existe bem-casado para todos os gostos e bolsos.

 Para melhor controlar essa degustação e pensando em entregar o melhor bem casado para meus convidados, fiz uma avaliação de cada “marca” considerando: aparência, textura do pão de ló, doçura, umidade, cremosidade do doce de leite, odor (como o pão de ló é feito de ovo é preciso ter uma boa técnica para o doce não ficar com cheiro de ovo excessivo), tamanho e é lógico preço.

A Eli adorou a lista e pediu para que eu compartilhasse com vocês, e cá estou aqui então:

Doces Lembranças: contato@doceslembrancas.com R$ 1,20

Tem o tamanho menor do que a maioria, semelhante ao bem-nascido (oferecido em maternidade). Pouca cobertura de açúcar, a massa é um pouco alaranjada e seca. O recheio tem cor clara e o aroma de baunilha. Achei um pouco enjoativo e bem doce. Além de vir na embalagem tradicional de crepom com fita de cetim, acompanha um tag com dizeres que os noivos escolhem e com caricatura ou foto. Oferecem outros sabores de massa: limão e coco. O atendimento é muito bom!

 Doces Encantos: docesencantos@uol.com.br R$ 1,20

Também possui o tamanho menor do que o convencional. Quase não tem cobertura de açúcar, a massa é bem alaranjada e muito úmida. É difícil separar a massa do recheio, achatado, parece uma “coisa” só. O recheio tem a cor clara e o sabor lembra doce de leite cozido, feito em casa, muito saboroso. As degustações são retiradas em um antiquário no centro da cidade e as pessoas no local não possuem muitas informações.

 Lia Bem-Casados: contato@liabemcasados.com.br R$1,40

O tamanho é normal dos bem-casados. Leve cobertura de açúcar, a massa com a coloração clara e úmida. Suave cheiro de ovo. O recheio é marrom claro, cremoso, saboroso, mas um pouco enjoativo. A solicitação da degustação pode ser feita via e-mail e eles entregam no local solicitado. Rápido atendimento.

 Ana Cristina Bem-Casados: anacristinabemcasados@gmail.com R$1,50

O tamanho desse impressiona! É bem maior que a maioria. Falta uniformidade na camada de açúcar (glacê) homogênea. A massa tem mais perfil de bolo. É bem macia/ fofa e com coloração clara. O recheio também tem a coloração clara, com doçura no ponto e está na medida certa. A solicitação pode ser feita por e-mail e a entrega feita no local solicitado.                       

 Anastácia Rocha: anastácia@anastaciarocha.com R$ 1,50

Possui o tamanho perfeito! A camada de açúcar é homogênea, tem a massa alaranjada, bem saborosa e não possui cheiro de ovo. O recheio tem a coloração clara, cremoso e saboroso. Tem ótima combinação entre o recheio e o bolinho. Possui a doçura na medida certa. A “fábrica” fica no mesmo local da retirada, que parece uma casa de bonecas. Dá para ver a cozinha da sala de degustação, pelas janelas de vidro. É impressionante como é limpa e organizada. Para uma nutricionista além do equilíbrio no sabor, posso afirmar que a higiene conta muitos pontos. O atendimento é ótimo!

 

La Passione Doces: atendimento@lapassionedoces.com.br R$1,70

Com tamanho um pouco maior do que a maioria. Possui a massa bem leve, que dissolve na boca. Aroma e sabor fortes de baunilha, por isso tornando-se um pouco artificial. O glacê na superfície é bem homogêneo, mas parece açúcar de confeiteiro. O recheio é gostoso, com doçura na medida certa, porém o sabor da massa atrapalha o conjunto e deixa o doce enjoativo. Possui duas fitas de cetim no fechamento deixando a embalagem mais bonita. A degustação é feita no próprio local. Possuem outra versão bem diferente: Pistache com Recheio de Framboesa, que também é gostosa. Essa variedade tem o preço mais elevado.

Vila Doce: contato@viladoce.com.br R$ 1,70

Com tamanho ideal para festas. Possui massa e recheio com a coloração “escurinha”. Tem excesso de glacê na superfície e é bem açucarado. O sabor global é doce e enjoativo.

 Emília Bem-Cadados: http://www.emiliabemcasados.com.br R$ 1,70

Um dos bem-casados mais conhecidos de São Paulo. De aparência delicada, a massa levemente dourada recebe uma cobertura de açúcar uniforme. Bem equilibrado na proporção entre massa e recheio. Com leve aroma de ovo e baunilha, achei a massa um pouco seca. O recheio tem a coloração clara e possui sabor muito doce. A retirada da amostra para degustação é feita no local e deve ser agendada a “visita” com antecedência para separação do produto para degustação.

 Conceição Bem-Casados: http://www.conceicaobemcasados.com.br

R$ 2,40

Esse eu degustei no evento “Cheers Off”. Sempre tive a curiosidade de prová-lo, pois é o bem-casado mais conhecido de São Paulo e por este motivo marca presença nos casamentos mais badalados. Possui o tamanho tradicional dos bem-casados. Com massa clara, mas um pouco seca. Encanta os paladares mais “açucarados”, pois é bem doce. Tem a camada de glacê uniforme e equilíbrio na quantidade de recheio. Decepcionou-me um pouco, principalmente pela falta de umidade da massa.

Depois de tantos comentários vocês devem ter ficado curiosos para saber com qual eu fechei, certo?

“And the winner is…:” Anastácia Rocha!!!

 Foi à soma de todos os pontos acima que me fez fechar o pedido com eles. De verdade, esse bem-casado ganhou 5 estrelas na minha avaliação.

Páscoa com overdose de chocolate

 Ganhei muitos chocolates, este ano. E sim, os devorei rapidamente.

Dentre os que ganhei, destaco dois em (não que os outros não sejam especiais), mas estes foram os mais diferentes.

Fanática por Creme Brullée ganhei, da minha mãe, o lançamento da Ofner, que este ano inovou e acertou.

O chocolate tem gostoso recheio cremoso (que parece trufa de chocolate branco)… “caquinhos” de açúcar. Quando se morde o chocolate dá para sentir o crocante daquele açúcar queimado que fica em cima do creme brullée, sabe? São esses cristais de açúcar que deixam o recheio mais especial.

Tudo bem que o recheio não lembra tanto um creme brullèe, mas mesmo assim é uma delícia.

O outro foi um ovo da Saint Phylippe chocolates, da chocolatier Andressa Vasconcellos.

Nunca tinha experimentado e gostei bastante.

Cremoso, com bom chocolate, adoçado na medida certa, como são os chocolates bons.

Contagem regressiva para a próxima Páscoa. rs

:-) Eli

Papabubbles, São Paulo

Quando eu era criança, eu era fascinada por balinhas coloridas, daquelas cortadinhas (tipo essas abaixo). Achava que eram balinhas japonesas, pois sempre as ganhava de minha avó. rs

Em 2004, foi aberta em Barcelona, a Papabubble, loja com foco em balas artesanais e outros tipos de caramelos – exatamente com as balinhas acima e outros vários doces artesanais (de pirulitos à “anéis” de caramelo).

Com o sucesso, logo a Papabuble chegou em Taipei, NY, Tokio, Lisboa, Hong Kong e outras tantas cidades… anos depois, (2010) recebemos uma loja aqui em São Paulo também.

Ensaiei várias vezes, uma visita até a loja, mas ainda não consegui ir.

 Minha sorte foi que dia desses, a Eli Kina me deu dois tipos de caramelos, Papabubbles.

Hummm ! Uma era de coco e a outra era docinha (mas esqueci o gosto dela).

Ambas bem gostosinhas!

O bacana da loja, em minha opinião, são as mais decoradinhas. E desse tipo, eles aceitam pedidos personalizados, então você pode confeccionar caramelos com seu nome e deixar perto do café, no seu casamento. Pode fazer com nome do seu filho e dar como lembrancinha, na maternidade. Bom, as ocasiões são infinitas, rs.

Encomendas são feitas no site

Papabubles: Rua dos Pinheiros, 282. Tel.: 2768 2282 (fecha aos domingos).

Parabéns Cyntia !!!

Hoje é aniversário da minha querida e amada irmã Cyntia !!!

Sim, há 8 anos não a vemos pessoalmente, mesmo assim sempre pensamos nela, sempre pensamos em como seria bom se ela estivesse conosco e nunca, jamais nos esquecemos do aniversário dela.

Infelizmente não dá para mandarmos um bolo pelo correio, mas para não passar o aniversário dela em branco, minha mãe comprou esse bolo para ela.

Para uns pode até parecer insano isso, mas foi a forma de demonstrar, para ela, que mesmo longe, estamos com ela sempre perto de nós, no coração e no pensamento e até nos aniversários.

Pena que ela não pode experimentar o bolo/torta dos anjos que compramos para ela.

Já eu, não posso dizer o mesmo. Comi metade. rs

A torta de chocolate, lembrava um bolo.

Tinha camadas de massa fofinha e recheio do bom e delicioso chocolate Cristallo.

Cyntia, volta para aproveitar a comida da mamãe, bolos da tia Cinthia e outros doces brasileiros.

Te amamos, Feliz Aniversário !

;-) Família Yamauchi

Cristallo: Rua Oscar Freire, 914. Tel.: (11) 3082.1783

Mamãe não deixa eu fazer regime

Minha mãe tem aparência de japa, mas cria as filhas como mães judias e mães italianas.

Ela sempre pensa em nós, sempre faz um milhão de coisas para comermos e sempre que vê coisas que gostamos, nos trás.

A última que me aprontou: meus doces favoritos da Ofner.

Um ninho como creme e esse “bolo” mousse de chocolate, beeeemmm leve, que derrete na boca.

Quando eu fazia inglês no Berlitz, Moema, passava na Ofner duas vezes por semana para comer esses doces.

Quando terminei meu curso, prometi que não passaria mais por lá. 

Como minha mãe trouxe em casa, a promessa não foi tão quebrada, certo? Sério, não pude recusar! Ela ficaria ofendida. risos

:-) Eli

Croissant de amêndoas

Eu sei que já comecei um post mais ou menos assim: “Sampa tem um monte de coisas ruins, mas tem coisas boas também como a diversidade de restaurantes e um comércio completo que possibilita que encontremos o que quisermos por aqui”, mas sem pretensão ou arrogância, é isso que acho de Sampa mesmo.

O empório Santa Luzia, por exemplo, traz um pouco desta proposta. Lá encontramos tudo que não achamos em supermercados padrões e coisas padrões também. Quer um galeto, carnes especiais, temperos sofisticados, fava de baunilha, azeite trufado, syrup, grãos turcos, ervas chinesas, curry indiano… muito do que você lê em receitas de livros de fora, lá estará.

Claro, paga-se um bom preço por isso. Enfim, lei da oferta e procura como nos explicou Adam Smith!

Os que não cozinham muitas coisas diferentes (lê-se, Eli, que não tem dinheiro para comprar tão caros itens importados), podem dar uma volta na loja para ver produtos diferentes e parar na padaria para comer pães, bolos e doces muito bem preparados e aí, com preço justo.

Eu indico esse croissant de lascas de amêndoas (compra-se por peso, mas sempre sai cerca de R$6 cada).

Humm ! Vale muito a pena. Macio, doce na medida certa e crocante por conta das amêndoas caramelizadas.

#Ficadica se estiver passeando pelos jardins, especificamente pela Lorena.

http://www.santaluzia.com.br

Brasil a gosto

Ouvi dizer que a conhecida chef Ana Luiza Trajano é neta de nordestinos e que já passou por mais de 50 cidades brasileiras em busca de ingredientes, referências e inspirações para compor seu cardápio.

Se essa informação é verdadeira, não sei – mas posso afirmar que a chef Ana Luiza Trajano soube inserir, em seu cardápio, ingredientes de diversas regiões do Brasil, de forma harmônica valorizando a cultura e culinária brasileira.

O restaurante existe há 5 anos e fica em um sobrado situado em uma discreta rua dos Jardins.

As mesas são divididas em dois salões médios, ambos decorados com móveis rústicos e de bom gosto e com diversas peças de artesanato brasileiro (peças que inclusive podem ser adquiridas se o cliente se interessar).

Outro ponto a ser destacado é que dá para ver que tudo no restaurante foi pensado com carinho, dos uniformes que trazem referencia às mucamas da época do engenho, às músicas brasileiras que passam por vários gêneros e diversos períodos.

Bom, tínhamos reserva e assim que chegamos fomos muito bem atendidos, por garçons que logo nos trouxeram o couvert da casa, chamado de Pitéu (R$8,0 por pessoa) com: Palitos de polvilho, chips de raízes (mandioca, mandioquinha, batata-doce e nhami em finas tiras fritas), pães diversos (abóbora, de queijo e batata) servidos com manteiga aviação com sal, alho e castanha de baru, e queijo cremoso com pesto de cheiro verde.

A estratégia de pular entradas para nos esbaldarmos em pratos principais continuou, por ordem de preferência,  do que mais gostei para o que menos me agradou, segue o que pedimos nesta visita:

BIFE FINO DE PORCO, macio, saboroso e sem gordura com um delicioso MOLHO adocicado de JABUTICABA servido com purê de inhame e banana da terra grelhada. Um prato com sabor rico e equilibrado (R$48)

PIRARUCU, com refrescante calda feita da combinação de coco, capim limão e gengibre, servido com purê de abóbora e batata-doce (R$68)

ATOLADO DE BODE (eu não gosto muito de carne de bode, mas esta estava suave) muito bem combinada com a “cama” de creme feito com mistura de raízes (acho). A decoração caprichada dava um “tchan” a mais para o prato que vinha com estas “arestas” feitas de crocantes de mandioquinha (R$54)

O único prato que não gostei, foi a MOQUECA VEGETARIANA servida com arroz de coco, pirão de hibisco e farofa brasileira. Eu gosto de legumes, mas achei que havia excesso de personalidade nos ingredientes escolhidos deste prato. Para meu paladar havia uma briga de ingredientes fortes que não combinavam muito.

As fotos mostram porções menores do que as reais, isso porque pedimos para que dividissem cada prato em dois para que pudéssemos experimentar tudo. Sim! Gentilmente o chef se desdobrou para atender nosso mimado pedido  – e isso foi feito sem esquecer da caprichada estética do prato.

Pratos devorados partimos para as sobremesas:

Deliciosas tortinhas ROMEU E JULIETA (R$20) servidas em finíssima massa recheada com um leve creme de queijo, calda de fruta e uma instigante “bolinha” de goiabada. Achei o tamanho certo para se comer em uma bocada só e com doce natural na medida certa (não leva açúcar nenhum, segundo o garçom. Nhami!).

MARIA MOLE CREMOSA COM BABA DE MOÇA coberta com COCO FRESCO E CASTANHA DE CAJU (R$20) a cremosidade e a combinação do crocante vindos da castanhas e do coco fresco deixaram a sobremesa bastante especial. O açúcar, na medida certa, também contribuiu.

COCADA DE FORNO com calda de melaço (bem doce), mas que servida com sorvete de limão (R$20) que tinha esse excesso de açúcar quebrado.

BOLINHO CREMOSO DE BARU com coco queimado (servido quente e com consistência cremosa como o do petit gateau) acompanhado de ácido sorvete de hibisco, sorvete de baru e calda azedinha de cajá (R$20). 

E BANANADA com CASTANHA DO PARÁ e COCO servida com sorvete de nata (R$20) – que não surpreendeu.

Enfim, mais um dia que saímos felizes com o atendimento e com a proposta gastronômica do restaurante brasileiro. Sim! Restaurante esse que pode se apresentar como restaurante brasileiro, mesmo tendo quebrado o paradigma de que restaurante brasileiro é aquele que serve churrasco, feijoada e dobradinha.

Brasil a Gosto: Rua Prof. Azevedo do Amaral, 70 – Travessa da Rua Barão de Capanema – Jardins | São Paulo – SP | Tel: (11) 3086-3565

A evolução da chupeta de açúcar

Ao lado da casa que eu morava, quando criança, tinha a quitanda da Maria e do Nelson.

Além de verduras, eles vendiam doces e guloseimas diversos (de doce de abóbora de coração à chocolates de marca).

Perto das paçocas e do doce de batata-doce, ficavam os pirulitos com formato de chupeta. Eita “negócio” arcaico. Acho que nem deve mais vender.  Eu só lembro que tinha gosto de açúcar (caramelo) e era difícil de comer. Logo após tirar do plástico (este um saquinho sem rótulo, óbvio) ia melecando a boca, dedos e até cabelos (rs).

Pois hoje eu e meu namorado estávamos no supermercado quando encontrei a evolução desses pirulitos chupetas.

 

Tinha vários modelos e para comprar tive que fazer mímica para a atendente me vender (acho que tinha acabado de chegar e ainda estavam fechados na caixa – não estavam a venda ainda). Ainda bem que ela entendeu minha mímica e me vendeu.

Paguei 1,90 yuans (cerca de R$0,50).

 Esse que comprei era de morango, mais gostoso do que os antigos pirulitos de açúcar, mais prático porque não suja as mãos e bem mais engraçado.

Faria um super sucesso no carnaval, hein?

;-) Cy

Macarron, je t’aime

Sabe macarron? Aquele doce que parece dois suspiros feitos de amêndoa, que ainda levam recheio entre eles? SIM ! Estão entre meus doces favoritos.

Minha mãe é uma fofa mesmo ! Ela sabe que eu amo macarron e no meu aniversário foi até La Brasserie, do Erick Jacquin, comprá-los para mim (eles tem os melhores macarrons que já comi, no Brasil – não são como os franceses Ladurées, mas são ótimos também).

Como era segunda-feira, o restaurante estava fechado. Para minha sorte ela achou alguns no Higienópolis e me trouxe estes aqui:

Framboesa e café (R$4 cada mini unidade).

Humm ! Que delícia !

Cau chocolates: Shopping Patio Higienopolis lj 322, Tel.: 11 3823 2972 - cauhg@cauchocolates.com.br

Restaurante D.O.M. – O melhor mesmo !

Ir ao D.O.M foi uma ótima maneira de fechar o ano de 2010 (um ano muito bom!) e a melhor forma para iniciar 2011 com ótima energia.

 Segundo o ranking da revista inglesa, “Restaurant”, de 2010, o  D.O.M. foi eleito o 18º melhor restaurante do mundo levando o prêmio S. Pellegrino World’s 50 Best Restaurants, sendo o único restaurante da América do Sul a estar nessa lista. 

A lista dos melhores do mundo trouxe o D.O.M pelo quinto ano consecutivo. Em 2006, o restaurante chegou em 50ª; em 2007: 38º lugar;  em 2008: 40ª posição; e em 2009, ficou com o 24º lugar.

Eu não conheço os outros 17 restaurantes que ficaram com posição melhor que o D.O.M., mas posso dizer que, com certeza, o D.O.M. foi o melhor restaurante que já estive (não que eu tenha ido a muitos restaurantes… risos).

 A localização é ótima. Fica nos Jardins, em uma rua sem saída (que segundo um chef que trabalha com o Alex Atala, também será instalada uma padaria em breve – #babadoaindanãopúblico).

O prédio é pequeno, o salão principal é muito bem decorado e mistura sofisticação, com muitos detalhes e objetos com referência brasileira – claro, tudo com muito bom gosto.

No fundo do salão encontra-se uma parte da cozinha, que o cliente pode visitar, uma estante robusta com livros de gastronomia e uma escada que leva para um salão mais reservado (mezanino só com duas mesas).

 

Foi no mezanino reservado que fiquei (ainda bem, pois pude fazer coisas que pessoas elegantes não fazem, como tirar fotos dos pratos e cutucar o prato alheio com menos constrangimento… rs).

Logo que chegamos fomos recebidos pelo simpático garçom Cesar (se não me falha a memória) e por um não tão simpático maitre arrogante (que sempre nos desprezava, através das respostas secas e duras que nos dava… devia pensar: “pobre é fogo, tem que perguntar tudo!”).

Bom, de couvert recebemos pães quentinhos de azeitona, pão de queijo, pasta de alho batida com purê de batata acompanhada de alho caramelizado, coalhada de queijo com azeite de ervas (bem leve) e manteiga aviação. Os pães nos foram servidos incansavelmente, sempre quando o prato de pão ficava vazio.

Enquanto degustávamos o couvert (no meu caso, de forma obsessiva na pasta de alho), escolhemos as opções que provaríamos.

Dentre tantas opções, confesso que foi difícil escolher o que comeríamos e por isso pulamos as entradas para nos “matar” nos pratos principais.

 Escolhemos o seguinte (aqui apresentadas conforme minha preferência):

1) Fettuccine de palmito (massa falsa que apesar de ter o formato de fettuccine, era feita de palmito), servido com camarão e molho de coral (camarão com ótima textura e sabor indescritível. Certeza que foi o camarão mais gostoso que já provei). R$124

 2) Raia na manteiga de garrafa com tomilho limão (no ponto certo, ela tinha uma casquinha fina e douradinha por fora e uma textura macia por dentro com sabor refrescante por conta do tomilho limão), com mandioquinha defumada (puxada na manteiga de garrafa), brócolis e espuma de amendoim R$114

 

3) Filet alto com aligot R$118 – Como não gosto de carne mal passada, pedi para que abrissem a carne e trouxessem ela no ponto. Ela era extremamente macia, tinha um molho de carne bem reduzido, agridoce e caramelizado que lembrava um molho roti (talvez pela referência de ossobuco que senti).

Aeh, o Aligot! Seguinte… Pode parecer a justificativa mais tosca, mas a minha vontade de ir no D.O.M começou com a vontade de comer o Aligot, que vi em uma dessas reportagens por aí.  A apresentação é bonita, porque a finalização acontece na frente da mesa e vemos aquele puxa-puxa dos queijos. Sim, é uma delícia, mas não é tão especial como eu imaginava…  de forma grosseira digo que é um purê de batata muito bem feito com um bom queijo gruyere – que combina muito com o molho reduzido da carne.

4) E por último, pedimos um Confit de pato, com vinho madeira R$118 (que estava suave e com carne bem macia) servido com purê de cará. Gosto tanto quando o simples surpreende e foi isso que aconteceu aqui! O purê de cará tinha uma textura “soft” que trazia uma sensação gostosa quando colocado na boca. Confesso que gostei mais do purê de cará do que do famoso Aligot.

Como se não fossem suficientes os quatro pratos que compartilhamos, provamos algumas sobremesas – que também apresentarei conforme minha preferência: 

 1) Ravióli de limão recheado com banana, com calda de priprioca servido com pudim de leite R$20 – uma sobremesa delicada e que tinha um sabor fantástico. O ravióli de limão era lindo, tinha textura gelatinosa que derretia na boca, era bem refrescante e tinha a acidez do limão que duelava com a banana (que aparecia só um pouco tempo depois, quando a película do ravióli começava a se dissolver na boca). O pudim de leite, o mais gostoso que já comi, tinha consistência firme (ao ponto de ficar no formato de pudim), mas textura macia e lisa (até lembrava meu tão amado crème brûlée).

 2) Espuma de manga, maracujá e baunilha, com sorvete de coco e cristais de gengibre R$19, refrescante, doce na medida certa e com a combinação perfeita entre os ingredientes.

3) Pirâmide de chocolate ao creme de tamarindo R$23. A pirâmide era deliciosa, feita com chocolate meio amargo, recheada com um leve mousse e algo que parecia croutons. Só o creme de tamarindo que não gostei, pois era  azedo de mais para meu paladar. Achei que não combinou.

4) Torta de castanhas do Pará com sorvete de whisky, curry, chocolate, sal, rúcula e pimenta R$24 – lendo assim a combinação pode ser estranha… e era, risos. Na verdade a rúcula era mais parte da decoração e não influenciava o sabor. Achei que o whisky matou os demais ingredientes e a torta de castanhas não chamou minha atenção. Não repetiria esse doce em uma próxima visita.

E como as sobremesas eram pequenas, acabamos pedindo uma a mais:

5) Bolo cremoso de fubá e frescal, com sorvete de leite queimado R$23 – que trazia bolo comum com um sorvete com forte gosto de leite queimado, mas era tão forte que beirava o desagradável. Também passo esse doce para os que quiserem.

Paramos por aí, no que diz respeito a comidas – mas não nos contentamos com a comida e pedimos para ver o chef Alex Atala.

O garçom disse que ele estava no Dalva e Dito (outro restaurante do Atala, que fica na rua ao lado), mas disse que tentaria chama-lo.

Ah, ficou por isso mesmo.. Achamos que era papo do garçom e que o Atala não viria, claro – mas quando estávamos fechando a conta, fomos surpreendidos pela sua presença, sua simplicidade e sua enorme simpatia. Ele nos levou na cozinha, nos apresentou seu espaço de trabalho e ainda tirou fotos conosco (hahaha ! momento mico da tietagem).

Sabe, jamais imaginei alguém tão simples e atencioso (na minha cabeça rola um preconceito… sempre imagino pessoas importantes e famosas, como pessoas toscas – ainda bem que isso não é regra)

E foi aí que caiu a ficha. Estar entre os 20 melhores do mundo não é só ter a melhor comida. Ser um dos 20 melhores do mundo é complexo, envolve a combinação de  um lugar bom para visitar – em que as pessoas se sintam bem, que possam apreciar uma comida que surpreenda, que tenha pratos com apresentação impecável, com atendimento atencioso e primoroso.

É…  acho que nesse post deu para mostrar um pouquinho que o D.O.M cobre, muito bem, estes quesitos e que merece estar onde está.

:-) Eli (ensaiando uma próxima visita)

Guloseimas e bebidas na boca da mulherada!

Como esse blog remete ao mundo gastronômico, posso escrever também sobre a nova tendência por aqui, que tem transformado guloseimas e bebidas em itens de consumo, certo?

 Estava em Hong Kong, procurando remédio para o meu namorado, quando achamos esses brilhos labiais com sabores, na farmácia.

 

Eu nunca tinha visto, mas aí quando encontrei pela primeira vez decidi pesquisar e descobri que tem brilho labial de tudo quanto é gosto. De refrigerante, gosto de balas, chocolates, etc.

 

Esses da Coca-Cola e de Fanta vinham até em caixinhas bonitinhas (essa com 6 unidades custa cerca de USD10). Dá até para dar como lembrancinha!

 

Achei a idéia bem interessante. Tomara que eu encontre para comprar avulso, porque estes que encontrei, só vendiam o conjunto.

 Humm ! Acho que se eu tiver a opção de escolher, vou provar de Skitles e de M&M primeiro.

;-) Cy