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A onda agora é o Ceviche!

Você já deve ter ouvido falar sobre o “ceviche” (pronuncia-se “cebiche”) prato originário do Peru que está fazendo sucesso no Brasil.
Feito com peixe cru marinado no limão, além de leve é muito saboroso. A receita consiste em deixar o peixe “cozinhar” no suco de limão (ou no suco de alguma fruta cítrica) e depois só incluir outros ingredientes como: cebola, pimenta, batata, abacate, salsa etc.
O “ceviche” pode ser servido como entrada, acompanhamento ou até mesmo prato único.
No Brasil existem poucos restaurantes especializados em “ceviche”, aqui em São Paulo um dos mais conhecidos é o Suri, do Chef colombiano Dagoberto Torres. Estive lá há 1 mês e gostei bastante, tanto da comida quanto do ambiente.
Como fui numa quinta-feira não fiz reserva, mas não tivemos problema com espera, chegando lá já fomos logo acomodados numa mesa em frente ao bar onde tive oportunidade de ver o Chef preparando as iguarias.
Para começar saboreamos o delicioso couvert: chips de banana da terra, mandioca, mandioquinha e cará, acompanhados de guacamole e molho picante. Logo após pedimos as entradas: lula grelhada recheada com quinoa levemente apimentada e geleia de maracujá e o patacón (tapas de banana da terra com frutos do mar ao molho de pimentas). SAMSUNGSAMSUNGDepois decidimos fazer um pequeno “menu degustação”, então pedimos 3 “ceviches” diferentes e dividimos entre todos da mesa. Pedimos o Clássico (corvina com cebola roxa, coentro e milho, acompanhado de batata doce), a Playa blanca (vieiras, lula e peixe branco com leite de cocô, laranja, cebola roxa, coentro e hortelã) e o Tigarahé (peixe branco, polvo e camarão com sauté de cogumelos, cebola roxa, ceboulette e massagô). As porções de “ceviche” não são tão pequenas, para mim servem bem duas pessoas e os preços são bem justos ficam em torno de R$ 29,00  – R$ 38,50 cada.SAMSUNGSAMSUNGSAMSUNGTodos os “ceviches” estavam deliciosos, com o sabor bem equilibrado sem picos exagerados de acidez. Descobri que o Chef utiliza Aji-no-moto nas preparações para reduzir a utilização do sal e consequentemente diminuir o sódio . Acredito que esse é o segredo para manter o equilibro do sabor da marinada.
O restaurante também tem opções de pratos quentes e sobremesas, mas dessa vez ficamos apenas nos “ceviches”. Vale muito a pena conhecer o Suri, com certeza você ficará fã dos “ceviches” assim como eu.

Suri Ceviche Bar – Matheus Grou, 488 – Pinheiros
São Paulo – SP
:) Naná

França: Saint Denis – Stade de France (sim. onde o Brasil perdeu em 98)

Meu marido é fã de futebol. Fã daqueles que me faz visitar estádios em todos os lugares que vamos (já fomos no La bombonera (Argentina), Nacional (Argentina), Kyocera (Curitiba), o do Uruguay, Wembley (Inglaterra), no da Espanha, no Pacaembu, no Palestra Italia… e até no Javari (estádio do Juventos que fica no bairro da Mooca – SP).

Obviamente que na França, ele me arrastou para a cidade de Saint Denis – Stade de France (segundo ele, o estádio que ele achava mais lindo de todos, mesmo tendo sido palco da derrota do Brasil na copa de 1998).

saint_denis1 Stade_de_France_2005

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Eu acho que os estádios são muito parecidos (gramado, gol, arquibancada, placar…) mas mesmo assim esse me surpreendeu pela estrutura, pelos números:

- capacidade: 80 mil pessoas sentadas

- segurança: 80 mil pessoas conseguem evacuar o estádio inteiro em 7 minutos (testado)

- staff-equipe envolvida: 5.000 pessoas, no mínimo, trabalham no estádio quando há eventos

- flexibilidade: ele tem um sistema que recua a platéia para ampliar a area do gramado (para shows, pista de corrida, pista de esportes de inverno, piscina, pista de corrida de carro)

– comida (afinal, o blog é sobre comida e não sobre futebol). Há diversas lanchonetes no estádio e os boxes em volta do estádio possuem serviço de restaurante. (os boxes podem ser alugados por cerca de 10 mil euros para dois anos e a comida é paga a parte, não está dentro desse fee)

Quem não quer ter um box, pode também comer no restaurante do estádio. De segunda a segunda (em datas sem eventos), o restaurante oferece pratos a partir de 30 euros. Comida boa com vista para um estádio bacana.

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Não é algo que quero voltar, mas valeu.
:-) ELi

Divine Wine – A caverninha do vinho em SP! Por Luciana Tomac

Todo mundo tem um vício escondidinho, não tem?

Eu e meu marido compartilhamos um que, particularmente, tem que ser controlado para não virar crônico: Vinho. Mas vinho bom!

Estamos sempre procurando novas garrafas, novos sabores, novas uvas..  Na verdade é meu esposo, quem caça como um cão farejador qualquer tipo de novidade. E a novidade do final de semana foi um Wine Bar. Pelo nome a coisa seria bacana. Fomos conferir!

No coração dos Jardins, é um pouco difícil encontrar a porta do bar.

Com um segurança na frente e um manobrista, encontramos o Divine Wine, na Alameda Jaú.

O segurança abriu a porta e perguntou nosso nome. Achei estranho… pra que ele queria saber meu nome se não fez nada com esta informação?

Enfim, entramos na primeira porta, que leva para um hall envidraçado. Depois tem mais uma porta e você chega no bar, recebido por uma escada feita com caixa de vinhos. Uau, que ambiente lindo!!!

As paredes estilosas… com pedras, pintura escura, bancos altos com mesinhas, uma adega no andar superior, pé direito alto e um aparelho de chop.. ops.. um aparelho de vinho. Oi?

Pois é, o grande lance deste bar é a máquina italiana Enomatic.

São algumas garrafas abertas, com um caninho por dentro para que o vinho escolhido saia direto para sua taça.

Olha como funciona: Você compra um cartão magnético e seleciona a quantidade de vinho (25, 75 ou 150 ml). O preço gira em torno de R$20 a R$50. Se não quiser brincar com essa máquina, pode escolher um vinho em taça ou garrafa da carta de vinhos.

Claro que meu esposo adorou a idéia e foi brincar algumas vezes na máquina, provando diversas uvas. Eu fiquei na carta de vinhos, com um Cármenere.

Para matar a fominha, pedimos bruschetta com dois sabores: bacalhau e mix de cogumelos. Delícia!

Depois de um bom papo, provar alguns vinhos e terminar a entradinha, é hora de ir embora jantar em outro lugar. Lá você não vai encontrar um farto cardápio e passar a noite provando os vinhos pode te levar a falência.. Okay, nem tanto, mas vai render alguns bons trocados!

Pessoal, tem mais fotos do Divine Wine, no Google. Acabei tirando só da máquina mesmo.  Para os que ficaram curiosos, vale um clique e uma visita. 

Divine Wine: Alameda Jaú, 1844 C, entre as ruas Bela Cintra e Consolação.

tel. 11 3063 3961 | Abre de terça à domingo das 19h às 1h.

Por Luciana Tomac (sigam: @lutomac)

Autora também do post Restaurante Oliva (clique aqui para ler)

D.O.M, entre os 10 melhores do mundo no ranking 2011

A lista inglesa S.Pellegrino, que ”anuncia” anualmente os 50 melhores restaurantes do mundo, na revista britânica Restaurant, divulgou, esta semana, um novo ranking de melhores (segundo avaliação deles).

A alegre (para outros absurda, triste ou injusta) notícia, é que este ano o D.O.M (único restaurante brasileiro desta lista), passou da 18 posição para o 7 (sétimo) lugar ! Um brinde ao chef Alex Atala !

Fomos recentemente no D.O.M. e é claro, que mesmo com muita expectativa, fomos surpreendidos e adoramos.

Se ainda não leu sobre nossa visita, clique aqui. Vale a pena – pelo menos dá água na boca (acho).

A lista completa segue abaixo. Quem sabe, aproveitamos as férias para conhecer mais um deles (#not)

1 – Noma (Copenhagen, Denmark)
2 – El Celler de Can Roca (Girona, Spain)
3 – Mugaritz (Errenteria, Spain)
4 – Osteria Francescana (Modena, Italy)
5 – The Fat Duck (Bray, England)
6 – Alinea (Chicago, Illinois)
7 – D.O.M. (São Paulo, Brazil)
8 – Arzak (San Sebastián, Spain)
9 – Le Chateaubriand (Paris, France)
10 – Per Se (New York)
11 – Daniel (New York)
12 – Les Créations de Narisawa (Tokyo, Japan)
13 – L’Astrance (Paris, France)
14 – L’Atelier de Joël Robuchon (Paris, France)
15 – Hof Van Cleve (Kruishoutem, Belgium)
16 – Pierre Gagnaire (Paris, France)
17 – Oud Sluis (Sluis, Netherlands)
18 – Le Bernardin (New York)
19 – L’Arpege (Paris, France)
20 – Nihonryori RyuGin (Tokyo, Japan)
21 – Vendôme (Bergisch Gladbach, Germany)
22 – Steirereck (Vienna, Austria)
23 – Schloss Schauenstein (Fürstenau, Switzerland)
24 – Eleven Madison Park (New York)
25 – Aqua (Bath, England)
26 – Quay Restaurant (Sydney, Australia)
27 – Iggy’s (Singapore)
28 – Combal Zero (Rivoli, Italy)
29 – Martín Berasategui (Lasarte-Oria, Spain)
30 – Bras (Laguiole, France)
31 – Biko (Mexico City, Mexico)
32 – Le Calandre (Rubano, Italy)
33 – Il Ristorante Cracco (Milan, Italy)
34 – The Ledbury (London, England)
35 – Chez Dominique (Helsinki, Finland)
36 – Le Quartier Français (Franschhoek, South Africa)
37 – Amber (Hong Kong, China)
38 – Dal Pescatore (Mantova, Italy)
39 – Il Canto (Siena, Italy)
40 – Momofuku Ssäm Bar (New York)
41 – St. John (London, England)
42 – Astrid y Gastón (Lima, Perú)
43 – Hibiscus (London, England)
44 – La Maison Troisgros (Roanne, France)
45 – Alain Ducasse Au Plaza Athénée (Paris, France)
46 – De Librije (Zwolle, Netherlands)
47 – Restaurant de l’Hôtel de Ville (Crissier, Switzerland)
48 – Varvary (Moscow, Russia)
49 – Pujol (Mexico City, Mexico)
50 – Asador Etxebarri (Atxondo-Bizkaia, Spain

Um peixe surpreendente: Restaurante família Fuji (Suzano)



No ano retrasado, fiquei alguns dias na fábrica de um fornecedor, aprovando produção em máquina.

A fábrica fica em Suzano, uma cidade simples perto de São Paulo em um bairro afastado do centro.

Lá, as opções para almoço eram bem poucas por isso no primeiro dia, o representante de vendas desta fábrica, me levou para a churrascaria e no segundo dia também. No terceiro dia ele falou:  Agora que temos um pouco mais de intimidade vou levar você para comer um peixe delicioso, só que peço para não reparar no local, pois é um restaurante beeem simples.

Quando ele mencionou peixe, expliquei que preferia voltar à churrascaria, mesmo que pelo terceiro dia seguido, pois não gostava muito de pescados.

Enfim, mesmo com aquele ditado: “o cliente tem sempre a razão”, ele ignorou minhas palavras e me levou ao restaurante Família Fujii também conhecido como restaurante do Batata.

No ano retrasado o restaurante dava medo. Mesas de plástico com toalhas de flores fortes, paredes escuras e decoração medonha… mas como não tinha outra opção, decidi aceitar, de coração aberto, o convite.

Nem escolher o prato eu pude. Sentamos e logo veio o Salmão da casa.

Sem pretensão, coloquei bem pouco do arroz, pirão e do salmão no prato – para não fazer desfeita (algo que minha mãe me ensinou).

Primeira bocada e minha reação: Nossaaaa, que delícia ! Eu que não gosto de peixe, posso dizer que esta entre um dos pratos mais saborosos que já comi.

Ele é grelhado e vem “montado” em cama de batatas bem saborosas, cebola em rodelas (preparadas em um vinagrete), tomates em rodelas e um creme que acho que é feito com requeijão (mas não daqueles enjoativos e pesados).

O peixe era tão gostoso que trouxe dois pratos para casa e desde então, não só eu virei fã do restaurante como minha família também.

Meus pais já saíram de São Paulo para ir até lá e acreditem, no aniversário da minha irmã perguntamos para ela: em qual lugar quer comemorar seu aniversário. Ela podia escolher qualquer opção: já fomos no Fridays, Outback, restaurante chinês, terraço Itália mas dessa vez ela escolheu o simples Familia Fujii.

Percorremos mais de 60km (com muito transito) para comer o nosso salmão preferido.

E valeu a pena!

Do ano retrasado para este, o restaurante deu uma repaginada. Está maior, mais claro, continua simples, mas está com aspecto melhor.

Tirando a reforma, única coisa que mudou, ele continua cheio, o prato ainda é uma delícia e barato (R$45 para duas pessoas), o banheiro (no dia que visitamos) estava bem limpo e o atendimento da simpática garçonete Arlete continua impecável.

Hoje só tenho a agradecer pelo convite do Valdery, por ter sido tão insistente e por ter me apresentado esse salmão surpreendente.

Se tiver coragem de rodar a cidade para comer um ótimo salmão, o endereço é esse: Rua Pinheiro Fróes,Maj, 2338 – (11) 4748-5441

Fica atrás de um posto de gasolina desativado e ao lado da gráfica Emibra.

;-) Eli

Restaurante mineiro Gamela.

Depois de falar de um restaurante mais caro, como o D.O.M, vamos falar de um bom custo benefício?

Pois assim é o gamela: Comida mineira, caseira e farta!

Ele fica na Vila Mariana e é ótimo para quem quer comer bem e gastar muito pouco.

Sempre que vou lá como o escondidinho (mandioca, carne seca e queijo gratinado). Como acompanhamento, o prato traz também arroz, feijão, vinagrete e couve.

O prato para duas pessoas atende muito bem três pessoas (pelo menos três mulheres) e sai cerca de R$50 (menos que R$20 para cada um).

E aí, vai um escondidinho baratinho?

End: Rua Joaquim Távora, 1115 – Vila Mariana – São Paulo – SP / Tel: (11) 5082-3617

Receita da deliciosa coxinha do Veloso

Todos sabem (ou deveriam saber) que a coxinha do Veloso é deliciosa.

A Nat falou dela aqui, vocês lembram?

Por isso, publico a receita que recentemente encontrei no site da folha:

Massa
500 gramas de farinha de trigo
1 litro de água
150g de manteiga
1 colher (sopa) de sal

Recheio
500 gramas de peito de frango cozido e desfiado
600 gramas de Catupiry
10 gramas de alho moído (1 colher de sopa)
1 colher de sopa de óleo
1 colher de sopa de Sazón
Uma pitada de sal
1 colher de sopa de salsinha picadinha

Para empanar
1kg de farinha de rosca
500ml de leite
1 ovo

Modo de preparo
Coloque a água em temperatura ambiente em uma panela e adicione a manteiga e o sal. Leve ao fogo e observe: quando começar a ferver, acrescente a farinha e mexa com um batedor de arame. A massa está pronta quando não estiver pegando nem nos dedos e nem no fundo da panela.

Reserve a massa por ao menos cinco minutos. Enquanto isso, faça o recheio: coloque o óleo numa frigideira e leve o alho para dourar. Adicione o frango, que vai sendo temperado aos poucos: primeiro o tempero pronto, depois o sal e por ultimo a salsinha.

Retire do fogo e reserve até esfriar para não derreter o Catupiry agora – a ideia é que ele derreta só quando a coxinha for frita.

Com o frango já frio, misture ao Catupiry. Em outra tigela, misture o ovo delicadamente com leite.
Na hora de montar as coxinhas, pegue uma quantidade de massa suficiente para encher a mão e misture um pouco para que ela fique homogênea. Estique na palma das mãos e depois coloque sobre os dedos. Coloque meia colher de sopa do recheio no meio da massa e segure com o dedão. Com a outra mão, faça uma meia lua e vá cobrindo o recheio com a massa e dê forma à coxinha.

Coloque a coxinha imersa no leite, tempo o suficiente para modelar a seguinte. Depois, passe na farinha de rosca.
Esquente uma panela funda com quatro dedos de óleo até ficar bem quente. Coloque as coxinhas e deixe até dourar. Retire com uma escumadeira e deixe escorrer sobre um papel toalha.

Sirva em seguida.

Rendimento: cerca de 40 unidades

Si Señor: Tex Mex Food

Sempre fui muito ao El Kabong porque gosto do clima e das “gordosuras” de lá. A única coisa que eu odiava era a fila. Eita fila enroscada.

Mas isso não é mais um estorvo enorme pra mim, porque desde que lançou o Si Señor (na mesma rua – Rua Pinheiros) faço o seguinte: Vou até um deles e vejo qual o tamanho da fila, vou até o outro e faço a mesma pergunta. O que dá previsão menor, de espera, é o que eu decido ficar.

A verdade é que o dono do El Kabong abriu o Si Senor então os pratos são iguais, o ambiente e clima também. Preço? Sabe que eu nunca comparei na ponta do lápis, mas acho que é bem próximo também se não for igual.

Geralmente eu peço as mesmas coisas quando vou lá, só depende do tamanho da mesa do dia.

Quando vou só com meu namorado pedimos o prato PLAYA DEL CARMEN (R$68) que vem com Tacos a La lupita de file mignon, echilada de queijo, mini burrito de frango, mini quesadilla de machaca (carne desfiada), guacamole, salsa picante e sour cream.

Quando vamos com mais amigos, pedimos pratos com mais petiscos como os que pedimos da última vez que estivemos por lá.

LA BAMBA (R$42) – Combinação de potato skins, onion rings, chicken nuggets e jalapeno poppers. Acompanha molho mostarda e molho barbecue

NACHOS SUPREME (R$38) – Nachos chips cobertos com frjoles, cheddar cremoso, queijo ralado, azeitona, guacamole, sour cream, pico de gallo e cebolinhas verdes

QUESO FUNDIDO (R$26) – Harmoniosa combinação de queijos suavemente apimentado, servido com nachos chips ou papas fritas;

BURGUER BITS (R$26) – Porção aperitivo de hambúrguer caseiro servida em mini. Pão com cheddar cremoso e cebola. Acompanha molho barbecue (R$26);

Para sobremesa sempre pedimos:

OREO MADNESS (R$16) – Sanduíche de chocolate recheado com sorvete de creme e choco chips coberto com calda de chocolate e caramelo;

ZZ TOP (R$16) – Churros crocantes com sorvete de creme e cobertura de chocolate;

Si Señor:  Rua dos Pinheiros 661, São Paulo. Tel.: 2532 7291 e mais seis endereços que você pode ver no site aqui

:-) Eli

Bardo Batata

Este mês retornei, pela milésima vez, ao Bardo Batata, restaurante especializado em batatas Suíças.

Fui com meu namorado, uma querida amiga, a Erika, que eu não via há mais de dois anos e com o Mizu, campeão do nosso bolão da copa que também levou o jantar de premiação neste dia.

Para quem não conhece, Batata Suiça não tem nada a ver com Baked Potato.

As batatas suiças são batatas cozidas, raladas e que então são montadas em uma frigideira, levam recheio e são fritas em sua finalização.

Ou seja, por fora parece batata palha, bem crocante. Por dentro são macias e molhadinhas pelo recheio e tem formato de hambúrguer ou polpetone. Uma delícia de bomba calórica.

Como sempre, eu fui da básica Clube da esquina, com requeijão bacon e champignon (R$22) e meu namorado foi de Camões, com carne de siri, leite de coco, limão, salsinha, pimentão e parmesão (R$22,90)

Ficou com vontade de experimentar? Experimente que vale a pena.

Outro lugar que também indico para comer este tipo de batata é o Santa Clara Batataria , tão delicioso quanto o Bardo Batata.

Bardo Batata: Rua Bela Cintra, 1333 – Tel,: 3068-9852 ou 3086-2111

Santa Clara Batataria: Rua Áurea, 361 – Vila Mariana – Tel.: 5575-9504

:-) Eli

Subintenções

Meus posts estão (muito) atrasados, desculpa, gente! Mas tenho que compartilhar com vocês o martini de lichia que tomei na última SubIntenções, no SubAstor. Sim, de novo o SubAstor!, tô ficando repetitiva?!

A carta de bebidas é sensacional, a falta de opções moleculares ainda não foi suprida, mas não faltam alternativas para substituí-las propriamente. São vários sabores só de martinis.

A próxima edição do SubIntenções é segunda-feira agora, 26 de julho, vocês deveriam ir conferir a boa música que rola acompanhados de belos drinks.

Bebi por aí: SubAstor. R. Delfina, 163 – Vila Madalena – São Paulo/SP tel. 3815-1364

Nat.

Se arrependimento matasse…

É vergonhoso, eu sei, mas mesmo morando desde sempre na região, nunca havia provado as famosas coxinhas do Veloso, na Vila Mariana. Mesmo tendo trabalhado por 1 ano e meio a duas quadras do bar…

Pois bem, era hora de riscar mais essa pendência da lista de lugares para ir.

Chegamos perto das 20h e já não conseguimos mesa para sentar. Bar pequeno, poucas mesas, para sentar é preciso chegar mais cedo. Mas isso não impediu que já fossemos servidas do lado de fora, de pé em volta de uma cadeira feita de apoio para nossas bolsas e pertences.

Vinda direto do trabalho, pela minha fome, calculei que comeria pelo menos 2 coxinhas logo de cara. A porção não demorou a chegar e pudemos constatar que, sim, É A MELHOR COXINHA DO BRASIL.

As caipirinhas do Veloso são assinadas pelo Souza e também não podiam deixar de serem provadas. Recomendadíssimas! Escolhi a de jabuticaba com saquê, mas biquei as das amigas: carambola com manjericão e tangerina com pimenta dedo de moça. Muito bem feitas.

Fui embora feliz  pelas boas risadas depois de uma semana chata, pelas coxinhas e, obviamente, pela caipirinha.

Comi por aí: Veloso – R. Conceição Veloso, 56. Vila Mariana - São Paulo.

Foto: Yona Fonseca.

Por Nat.

“Nova Iorqui” é em Ilha Bela

Quando fomos para a Ilha Bela descobrimos o restaurante Nova Iorqui – um lugar excelente para comer pelos motivos abaixo:

- Linda vista pois fica em cima de um penhasco beirando o oceano (vale a pena ir almoçar mais tarde para ver o por do sol)

- Além da vista tem uma ótima brisa

- A comida é bem gostosa

- Os pratos são fartos (não agüentamos comer nem metade da entrada e do prato principal que pedimos para dividirmos entre duas pessoas. Daria para dividir em quatro pessoas tranquilamente)

- E tem ótimo preço (entrada + prato principal + bebida, gastamos menos que R$80 e como disse, daria para dividir por quatro pessoas)

Bom, para entrada pedimos uma lula à dorê para petiscar curtindo a vista e a brisa do mar

 

E para prato principal pedimos um robalo com molho de camarão.

O único inconveniente do restaurante são os borrachudos (presentes na Ilha toda mas mais presente ainda neste restaurante porque ele fica do lado da reserva florestal).

Mas mesmo com eles, dá para aproveitar bem. É só se lambuzar de óleo de citronela para curtir a brisa, a vista e a comida.

End: Av. Governador Mario Covas, 18.322 – Porto dos Frades, Ilha Bela – SP. Tel.: (12) 3894 1833 / 1565

:-) Eli

Opção anti ressaca

Recentemente fui ao Tubaína – bar que resgata a velha bebida gaseificada e coisas de antigamente.

Sim, o lugar é nostálgico, tem um ambiente agradável com decoração bem retrô: mesas e cadeiras de fórmica marrom, fotos antigas, utensílios de plástico azul ou com desenhos florais laranja (daqueles de toalha de secar prato) e coisas que não combinam – como era a casa antiga da minha avó.

Além de 12 tipos de Tubaína, o cardápio traz também comidinhas com cara de interior: Coxinha de feijão, Pamonha frita, Cuzcuz mole com frango e claro, coisas de antigamente – como esse mandiopã (R$9,50) que pedimos.

Nossa, como eu gostava desta película estufada e gordurosa. Neste dia, tive a prova de que estou velha – pois só imaginava o meu índice de colesterol aumentando ou a gordura acumulando na minha barriga. risos

Já que gosto de brincar de experimentar coisas – também pedi uma porção de ”Bolinho Itapetininga (R$16,50)” -  bolinho de frango, feito com massa de farinha de milho e frango desfiado.

A massa é densa e amarelada e acho que o recheio poderia vir mais temperado! Não curti. Continuo com a coxinha do Frangó ou do Velozo.

A graça do bolinho foi o recipiente, pois ele veio aí – nesse porta sal de plástico, como aqueles de antigamente.

Também comi metade do lanche de pernil (R$16,50) do Arnaldinho ! Aí sim ! O lanche estava excelente ! O pernil tinha um tempero caseiro e super gostoso – eram diversas fatias finas, suculentas, acompanhadas por queijo coalho na chapa ! Nota 10 !

E pra fechar, claro, pedi uma sobremesa: Brigadeiro no palito coberto com flocos de ovomaltine (R$9,0).

Sim, a aparência não é daquelas – mas a combinação do brigadeiro caseiro com ovomaltine ficou ótima !

Foi uma noite bem agradável principalmente por reencontrar as queridonas da facu !

ADOREI REVE-LAS, MENINAS ! Até a próxima !

End.: Haddock Lobo, 74 – Centro – (11) 3129 4930

R$ BIZARRO: Se for com lista de aniversariante R$25 de consumação. Se não for aniversário – não tem mínimo. É o único bar que é mais vantagem ir sem nome na lista do aniversariante.

:-) Eli

SubAstor

Havia meses (ou terá completado um ano já?!) que o SubAstor estava na minha lista de lugares para ir. Imagine o tamanho da expectativa cultivada por todo esse tempo… aquele site irritantíssimo com zero de informação e as várias matérias que li na época da sua inauguração também contribuíram para aguçar minha curiosidade.
O objetivo principal era, claro, conhecer a tal da mixologia molecular, com seus caviares de vodka, gelatinas de caipirinha e espumas de uísque Abre parênteses: jellyshot pode ser considerada mixologia molecular?! Seria eu uma mixóloga na época da faculdade?! Rs Fecha parênteses.
HH agendado para sexta-feira, saímos do trabalho e chegamos cedo ao Astor, antes mesmo do subsolo abrir. Porçõezinhas aqui e ali, risadas cá e acolá, o tempo passou rápido e logo nos acompanharam até nossa mesa no suposto inferninho chique.
Decoração bacanuda, bem no estilo que eu (também) gosto, com garrafas de uma vodka gringa pelas paredes, puffs e pequenos sofás espalhados pelo porão escuro. Tudo de muito bom gosto: música, lay-out de cardápio, decoração e atendimento.
E então, qual seria minha experiência gastronômica da noite?! Fumaça de mojitos?! Esferas de pisco?! NA-NA-NI-NA-NÃÃO! Contente-se com uma simples margarita com espuma de limão. “Mas e esse Bloodmary com caviar de vodka? Não tem?” – Não, não tinha. “Nem outras opções?” – Não, nem outras opções.
Brochei. Decepcionada, a única alternativa era beber. Selecionamos a tal da Margarita, um Cosmopolitan e uma caipirinha com lima (era lima, Ivy?!). Todos muito bons, não serei injusta, mas nem perto dos drinks de laboratório que eu imaginava.
Nesse dia, quem esperou, nada alcançou.

Vem por aí algumas festeñas às segundonas (gosto muito!). Uma parceria com a Nokia, confira no site! Interesting.

Bebi por aí: SubAstor – R. Delfina, 163 – Vila Madalena – São Paulo/SP tel. 3815-1364

Por Nat.