Sim, retornei ao Pote do Rei em outra ocasião, como a Eli comentou em nosso post coletivo, mas confesso que estou com dificuldades de descrever o que comemos. Não sei, de repente sabores não se traduzem mais em adjetivos competentes o suficiente para transmitir minhas sensações (#ó,eagoraquempoderámedefender?!)… Encarnando o Salvador Dali, vou iniciar uma metodologia surrealista de descrição de pratos degustados!
Entrada – Berinjela, azeite extra-virgem, flor-de-sal e manteiga. Pão toscano, focaccia e grissini.
“Ai essa manteiga derretendo nesse pão quentinho… hummm… hummm… só mais um pedaço… Se eu pedir uma porção extra, vou aguentar comer meu prato inteiro?”
Penne ao molho de champagne, com camarão, pera e dill.
Sabe aquela namoradinha meiga que consegue tudo o que quer, mesmo à contragosto do namorado? Era tanto carinho na minha língua, que o trio namoradinho molho-camarões-pera conseguiram que eu terminasse o prato, mesmo estando satisfeita logo depois de comer a metade dele.
Rigatone Caprese, com muzarela de búfala, tomate cereja marinado, rúcula e crocante de pão.
Pensa num italiano alto, forte, sorridente…
Entrecote ao molho de mostarda e ervas com batatinhas fritas.
Um general de presença e um exército de soldados muito bem fritinhos… crocantes por fora, macios por dentro!
Semifredo de doce de leite com calda de queijo e goiabada.
A Grizelda mineira: um trio humilde mineirinho que ganhou na loto e está aprendendo a se vestir melhor.
#pirei,meinterna!
Comiporai: O Pote do Rei. São Paulo/SP.
Nat







Que delícia. Saudade de ir no pote do rei.
O que mais gosto do pote do rei, é o ossobuco. Maravilhoso.
Adicionado ao “TO DO” do Foursquare…
[ ] ‘ s,
Eduardo.
Não vai se arrepender, Eduardo!
Abç! Nat
Eu tambem quero ir no restaurante do chef revelacao
Já ouvi falar ótimas coisas sobre este restaurante. Dizem mesmo que o ossobuco é sensacional.