Feira Gastronômica – Vila Madalena (SP)

Dica @edurolim do minutohm.com/

Que tal reunir a família e os amigos para um passeio apetitoso no próximo domingo? Uma boa pedida é a Feira Gastronômica da Vila Madalena, evento que reúne desde os mais renomados chefs, ilustres anônimos que se destacam por seus dotes culinários, até estudantes e produtos da gastronomia em 20 barracas agrupadas em um estacionamento na Rua Girassol.

O evento, que é organizado pelo produtor cultural Maurício Schuartz e pela chef Daniela Narciso, também responsáveis pelo Chefs na Rua – que ocorreu durante o aniversário de São Paulo, em 25 de janeiro -, pretende ser um lugar de testes para novos talentos da boa mesa além de diversão para as famílias paulistanas. A Feira Gastronômica vai até o final de julho, sempre aos domingos, das 11h às 19h.

Alguns quitutes

A cada domingo, o cardápio entre as barracas se renova e traz opções clássicas, como o autêntico bauru paulistano ou o irrecusável e famoso hambúrguer, até pratos mais elaborados, como o risoto de funghi ou aqueles preparados à base de cortes nobres, como a paleta de cordeiro. Também estão no menu sanduíche de almôndega de cordeiro, tortas, sanduíche de porchetta, massas, espetinhos, xíxaro (cozinho português), entre outros.

O cardápio também pode contemplar uma culinária temática, relacionando países e seus pratos de origem. Aos que gostam, há opções e comidas de rua colombianas e pratos tradicionais do povo maia. Pratos exóticos também têm vez por lá, como o inusitado cachorro-quente com gafanhotos fritos, feito pela chef Priscila Moreto. O “quitute” é muito comum no México e, se você tiver coragem, vale experimentar.

Se esse não for o seu perfil, você pode optar pelos itens mais pedidos entre os restaurantes queridinhos de São Paulo.

Para a sobremesa, doces feitos de mel e chocolate, brownie, tortas e arroz doce já passaram por lá. Pavê de paçoca e caramelo de bacon completam a lista. Com entrada gratuita, os preços também dão água na boca. Variam de R$ 5 a R$ 20.

Serviço

A Feirinha fica na Rua Girassol, 309 e irá funcionar somente aos domingos, das 11h às 19h, até julho. O passeio é gratuito. Para mais informações sobre o evento e conferir a programação e os convidados do próximo domingo, acesse o site
http://feirinhagastronomica.com.br/
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A onda agora é o Ceviche!

Você já deve ter ouvido falar sobre o “ceviche” (pronuncia-se “cebiche”) prato originário do Peru que está fazendo sucesso no Brasil.
Feito com peixe cru marinado no limão, além de leve é muito saboroso. A receita consiste em deixar o peixe “cozinhar” no suco de limão (ou no suco de alguma fruta cítrica) e depois só incluir outros ingredientes como: cebola, pimenta, batata, abacate, salsa etc.
O “ceviche” pode ser servido como entrada, acompanhamento ou até mesmo prato único.
No Brasil existem poucos restaurantes especializados em “ceviche”, aqui em São Paulo um dos mais conhecidos é o Suri, do Chef colombiano Dagoberto Torres. Estive lá há 1 mês e gostei bastante, tanto da comida quanto do ambiente.
Como fui numa quinta-feira não fiz reserva, mas não tivemos problema com espera, chegando lá já fomos logo acomodados numa mesa em frente ao bar onde tive oportunidade de ver o Chef preparando as iguarias.
Para começar saboreamos o delicioso couvert: chips de banana da terra, mandioca, mandioquinha e cará, acompanhados de guacamole e molho picante. Logo após pedimos as entradas: lula grelhada recheada com quinoa levemente apimentada e geleia de maracujá e o patacón (tapas de banana da terra com frutos do mar ao molho de pimentas). SAMSUNGSAMSUNGDepois decidimos fazer um pequeno “menu degustação”, então pedimos 3 “ceviches” diferentes e dividimos entre todos da mesa. Pedimos o Clássico (corvina com cebola roxa, coentro e milho, acompanhado de batata doce), a Playa blanca (vieiras, lula e peixe branco com leite de cocô, laranja, cebola roxa, coentro e hortelã) e o Tigarahé (peixe branco, polvo e camarão com sauté de cogumelos, cebola roxa, ceboulette e massagô). As porções de “ceviche” não são tão pequenas, para mim servem bem duas pessoas e os preços são bem justos ficam em torno de R$ 29,00  – R$ 38,50 cada.SAMSUNGSAMSUNGSAMSUNGTodos os “ceviches” estavam deliciosos, com o sabor bem equilibrado sem picos exagerados de acidez. Descobri que o Chef utiliza Aji-no-moto nas preparações para reduzir a utilização do sal e consequentemente diminuir o sódio . Acredito que esse é o segredo para manter o equilibro do sabor da marinada.
O restaurante também tem opções de pratos quentes e sobremesas, mas dessa vez ficamos apenas nos “ceviches”. Vale muito a pena conhecer o Suri, com certeza você ficará fã dos “ceviches” assim como eu.

Suri Ceviche Bar – Matheus Grou, 488 – Pinheiros
São Paulo – SP
:) Naná

França: Saint Denis – Stade de France (sim. onde o Brasil perdeu em 98)

Meu marido é fã de futebol. Fã daqueles que me faz visitar estádios em todos os lugares que vamos (já fomos no La bombonera (Argentina), Nacional (Argentina), Kyocera (Curitiba), o do Uruguay, Wembley (Inglaterra), no da Espanha, no Pacaembu, no Palestra Italia… e até no Javari (estádio do Juventos que fica no bairro da Mooca – SP).

Obviamente que na França, ele me arrastou para a cidade de Saint Denis – Stade de France (segundo ele, o estádio que ele achava mais lindo de todos, mesmo tendo sido palco da derrota do Brasil na copa de 1998).

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Eu acho que os estádios são muito parecidos (gramado, gol, arquibancada, placar…) mas mesmo assim esse me surpreendeu pela estrutura, pelos números:

- capacidade: 80 mil pessoas sentadas

- segurança: 80 mil pessoas conseguem evacuar o estádio inteiro em 7 minutos (testado)

- staff-equipe envolvida: 5.000 pessoas, no mínimo, trabalham no estádio quando há eventos

- flexibilidade: ele tem um sistema que recua a platéia para ampliar a area do gramado (para shows, pista de corrida, pista de esportes de inverno, piscina, pista de corrida de carro)

– comida (afinal, o blog é sobre comida e não sobre futebol). Há diversas lanchonetes no estádio e os boxes em volta do estádio possuem serviço de restaurante. (os boxes podem ser alugados por cerca de 10 mil euros para dois anos e a comida é paga a parte, não está dentro desse fee)

Quem não quer ter um box, pode também comer no restaurante do estádio. De segunda a segunda (em datas sem eventos), o restaurante oferece pratos a partir de 30 euros. Comida boa com vista para um estádio bacana.

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Não é algo que quero voltar, mas valeu.
:-) ELi

A baguete mais saborosa que já experimentei

Versalles, Versalles (suspiros).

Grito em alto e bom tom: Se for para Paris, reserve um dia (pelo menos) para conhecer o palácio, o jardim de luxemburgo e Darras (doceria). Não se arrependerá. Garanto.

O palácio é super visitado, mas poucos acabam conhecendo a cidade ( lado oposto ao caminho do palácio onde as ruas são calmas e frequentadas basicamente por pessoas locais).

A cidade é minuscula, no centro, há ruas bem apertadinhas, que abrigam um mercadão, lojas com vitrines charmosas e dezenas de cafés e restaurantes fofos.

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Neste dia, nosso achado foi a boulangerie-pateserrie-chocolatier, chamada Darras. Encontramos pela linda e convidativa vitrine, que expunha macarrons, chocolates e doces delicados com ótima aparência (entre nesse site pra entender o que estou falando).

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Nela compramos macarrons (o de chocolate era maravilhoso, parecia que vinha com mousse de chocolate meio amargo dentro), croissants frescos, chocolate Valhorna (o melhor dos melhores, na minha opinião) e a melhor baguete que comemos na França (macia, fresca, com casquinha crocante…).

Tudo MA-RA-VI-LHO-SO!

Pra completar a experiência foi simples. Voltamos ao mercadão, compramos alguns queijos, uma geléia, um vinho e voilá, lá estavamos fazendo picnic novamente.
:-) ELi

China: petiscos

Assim como comemos rabada, buchada, tripa, toucinho e outros itens estranhos (eu acho estranho pelo menos), os chineses comem petiscos diferentes dos nossos e que, na minha cabeça, são bastante bizarros também.

O que me chamou bastante a atenção foram esses pés de galinha, que encontramos nos supermercados e lojas de conveniências.

Eu não tive coragem de experimentar, mas achei interessante compartilhar por aqui.

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China: Saizerya, uma luz para os brasileiros

Com saudades de comida ocidental, decidimos comer nessa rede de restaurantes italianos chamada SAIZERYA.

Segundo minha irmã, é uma rede grande, popular e presente na China, Japão e outros países asiáticos.

O cardápio nos saltou os olhos. Tudo nos era familiar e tudo era incrivelmente barato. Pedimos uns 10 pratos e gastamos cerca de R$56 ou ¥175 moedas chinesas, nesse valor está incluso o serviço de bebidas a vontade (R$2,0 por pessoa) que dispõe de sucos (artificiais), refri, chas e opções de cafés e chocolates daquelas maquinas Nescafe.

Saímos de lá muito satisfeitos e felizes com a escolha.

Nota 10 para a lula, para o marisco e para o pão com alho e, com uma colher de chá, dou até nota 8,5 para os pratos italianos também.

Uma boa pedida para os que querem gastar pouco e querem uma comida que lembre o sabor de casa.

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Beijinhos gourmet: Anacravo

Eu sou daquelas que adorava festas infantis. Gostava das brincadeiras, da “liberdade” que tinha dentro do espaço da festa, gostava dos salgadinhos que eu podia comer ilimitadamente e amava os docinhos.

Para mim, os docinhos eram como aqueles troféus de final de corrida. Eles ficavam em um lugar intocável (a mesa proibida de bolo) até o fim do “percurso” quando, então podíamos comemorar a vitória nos esbaldando dessas deliciosas bolinhas. Um prêmio que acabava quase que instantaneamente no momento em que era liberado (trazendo aquela afobação de “coma o máximo e o mais rápido que puder”) e que sempre me trazia uma sensação de, “agora estou completa, satisfeita e posso ir para casa em paz”. (sim, eu sempre fui uma criança gordinha e feliz). risos

Nesta semana todas essas gostosas recordações vieram a tona quando conheci os beijinhos da doçaria Anacravo. Com certeza os melhores beijinhos que já comi.

Os beijinhos me encantaram por serem doces na medida certa, pela textura macia e aveludada e pelo blend equilibrado de sabores.

O tradicional (beijinho Anacravo) é divino e os outros que experimentei surpreenderam a cada mordida.

Beijinho da amizade: com cappuccino envolvida em chocolate belga.
Beijinho surpresa: com recheio de uma suave geléia de laranja aromatizada com um toque de gengibre contrapõe a acidez do doce.
Beijinho do Brasil: com uma fava aromática nativa da Amazonia, chamada cumaru, coberto com castanha de baru moída.

Além de serem deliciosos, me encantei com a embalagem delicada e caprichosa.

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Fica aqui essa dica para os que gostam de beijinhos (quem não gosta?) e para os que querem oferecer um mimo com ternura e capricho aos amigos e familiares.

http://www.anacravo.com.br/ – (11) 95199-2085 – São Paulo / SP
contato@anacravo.com.br

:-) Eli